Bancos namoro

Descubra se o banco de dados está vulnerável. Para isso, será necessário conhecer um pouco de SQL. Abra a tela de login do banco de dados em qualquer navegador web e digite ’ (aspas simples) no campo de nome do usuário. Clique no botão para entrar e veja se surge um erro parecido com “SQL Exception: quoted string not properly terminated” ou “invalid character”. Se a resposta ... Com isso, os bancos de jardim são uma ótima opção para levar um visual mais aconchegante que pode acomodar os moradores e receber a família e amigos. A primeira coisa que se deve verificar é a resistência do material, pois ele deve se adequar as mudanças do clima. Os mais apropriados são os de madeira, aço ou acrílico. Levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) mostrou o crescimento de tentativas de fraudes financeiras contra os brasileiros durante a pandemia de covid-19. Neste período, as instituições registraram aumento de 80% nas tentativas de ataques de phishing – que se inicia por meio ... Outros aplicativos de namoro que valem a pena tentar. O Facebook Dating é gratuito e agora está disponível em 20 países, incluindo Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Malásia, México, Filipinas, Tailândia e Estados Unidos.. O Facebook também prometeu que o namoro será lançado em toda a Europa em 2020. Atualmente existem muitos sites, plataformas e aplicativos de namoro ... O Ministério Público do estado brasileiro de São Paulo investigará empresas e políticos suspeitos de extrair, vender e comprar dados de eleitores depois usar em divulgações por WhatsApp ... Este site usa cookies para oferecer a melhor experiência possível. Ao navegar em nosso site, você concorda com o uso de cookies. Se você precisar de mais informações e / ou não quiser que os cookies sejam colocados ao usar o site, visite a página da Política de Privacidade. Sites de namoro online. Os sites de namora servem para pessoas que desejam conhecer pessoas novas, se divertir, expandir sua rede social de contatos de pessoas locais ou por onde viaja ou simplesmente se relacionar vivendo o presente em estado pleno, os sites de dating é o lugar certo. O “namoro” chega ao ponto de haver casos em que lhe devolvem dinheiro. Passado o período mais crítico da pandemia, que confinou todo o país, levando a uma quase paragem de todos os setores de atividade, incluindo os bancos, o setor ensaia a retoma. Site de namoro online para sugar babies que buscam relacionamentos e acordos mutuamente benéficos. Visto em NY Times, Dr. Phil e 20/20.

Eu deveria terminar meu namoro?

2020.10.04 02:59 heartless2000 Eu deveria terminar meu namoro?

a historia é longa mas vou tentar resumir:
Estou em um relacionamento a tres anos onde sempre deu tudo certo. Em maio desse ano eu acabei entrando no facebook do meu namorado e baixei uma conversa que ele tinha com uma menina chamada "Mariana". Eles conversavam no facebook de 2011 ate 2015 e tiveram um relacionamento mais serio em 2015. Apesar de isso tudo ter ocorrido muito antes da gente se conhecer(nos conhecemos em 2017) eu fiquei com uma pulga atras da orelha por dois motivos: 1 - ela é muuuito bonita e 2 - ele sempre deixou claro pra mim que eu fui a primeira namorada dele. Na conversa do facebook ficava nítido o quanto ele gostava dela e como ele ficou triste quando ela n quis levar o relacionamento pra frente pelo motivo de "ainda sou muito nova e quero aproveitar mais". Pouco tempo depois disso ele até tentou se matar mas n sei se tem algo a ver com essa menina.
Até ai vc deve estar me achando maluca e possessiva ne? Afinal, tudo isso aconteceu antes de nos conhecermos e eu nem deveria mexer nas coisas dos passado. O ponto é que fiquei com aquilo na cabeca e fui perguntar a ele sobre ela. Perguntei se durante o nosso namoro ele havia tido algum contato com ela e ele negou. Perguntei mil vezes e ele negou.
A questão é que fiquei desconfiada e acabei fazendo algo que nao me orgulho: peguei o celular dele enquanto ele dormia e fui atras de mensagens com ela no whatsapp. O fato é que ele havia mentido pra mim: eles conversavam sim durante nosso namoro e isso me deixou muito mal. Exportei toda a conversa(QUE ESTA ALI NO FINAL, SE VC QUISER LER) e no outro dia perguntei pra ele novamente se ele falava com ela. Implorei na verdade e ele continuava mentindo, dizendo que eu deveria acreditar nele. Ele so admitiu quando eu falei que havia acessado o celular dele.
Depois disso demos um tempo de 1 mes mas ele sempre insistiu pra continuarmos. Falava que aquelas conversas nao significavam nada e que ele somente respondia quando ela chamava ele. disse que gostava de ver ela sofrendo porque ela havia feito ele sofrer no passado.
Enfim, se vc leu ate aqui agradeço muito. Eu realmente n sei se devo continuar ou nao pois ele mentiu muito pra mim.

Por favor, me de a sua opinião.

Vcs confiariam novamente se estivessem no meu lugar?
Voce conversa com sua/seu ex? Se sim, por quê? é realmente sem sentimento nenhum?

---------------------------------CONVERSA QUE ELES TIVERAM NO WHATSAPP-------------------------
11/05/2020 13:22 - As mensagens e chamadas desta conversa estão protegidas com a criptografia de ponta a ponta. Toque para mais informações.
11/05/2020 13:22 - Mariana: E aí
11/05/2020 13:22 - Mariana: Como é que cê tá?
11/05/2020 13:37 - Joao: Heey, to bem você?
11/05/2020 13:38 - Mariana: Também
11/05/2020 13:38 - Mariana: Não estou bebada e tbm não acabei de levar um chifre
11/05/2020 13:38 - Mariana: hahahaha
11/05/2020 13:38 - Joao: Olha, isso é novidade hahah
11/05/2020 13:38 - Joao: Estranhei pelo horário, estar bebada agora seria meio estranho
11/05/2020 13:39 - Mariana: hahahahah
11/05/2020 13:39 - Mariana: To trabalhando
11/05/2020 13:39 - Mariana: e ontem lembrei de você
11/05/2020 13:39 - Mariana: e aí vim especular sua vida
11/05/2020 13:39 - Mariana: Na realidade, eu queria te perguntar uma coisa
11/05/2020 13:39 - Mariana: É pessoal, mas acho ok
11/05/2020 13:40 - Joao: Certo, o que é?
11/05/2020 13:44 - Mariana: Naquela época que tínhamos uma relação, você havia comentado que sofria de um transtorno de agressividade
11/05/2020 13:44 - Mariana: Lembra?
11/05/2020 13:44 - Mariana: Inclusive, pouco tempo depois tu ficou internado
11/05/2020 13:45 - Joao: Não, não era transtorno de agressividade, era boderline
11/05/2020 13:45 - Joao: Pq?
11/05/2020 13:47 - Mariana: O que é isso?
11/05/2020 13:47 - Mariana: Cara, pq eu precisava de certos acompanhamentos
11/05/2020 13:48 - Mariana: Eu sei que sou uma pessoa extremamente ansiosa, mas em alguns momentos de irritação - ainda que por motivos bem pequenos - eu tenho uma reação desproporcional
11/05/2020 13:48 - Mariana: E me sinto muito violenta
11/05/2020 13:48 - Mariana: Claro, não chego a fazer nada
11/05/2020 13:48 - Mariana: Mas a vontade é imensaa
11/05/2020 13:49 - Joao: Então, Boderline é um transtorno de personalidade, é um agregado de coisas
11/05/2020 13:50 - Joao: Para o diagnóstico do transtorno de personalidade limítrofe, os pacientes devem ter

Instabilidade persistente nos relacionamentos, na autoimagem e nas emoções (desequilíbrio emocional), bem como acentuada impulsividade.
Esse padrão é caracterizado por ≥ 5 dos seguintes:

Esforços desesperados para evitar o abandono (real ou imaginado)
Relacionamentos intensos e instáveis que se alternam entre idealização e desvalorização da outra pessoa
Autoimagem ou senso do eu instável
Impulsividade em ≥ 2 áreas que pode prejudicá-los (p. ex., sexo inseguro, compulsão alimentar, dirigir de forma imprudente)
Comportamentos, gestos ou ameaças repetidos de suicídio ou automutilação
Mudanças rápidas no humor, normalmente durando apenas algumas horas e raramente mais do que alguns dias
Sentimentos persistentes de vazio
Raiva inadequadamente intensa ou problemas para controlar a raiva
Pensamentos paranoicos temporários ou sintomas dissociativos graves desencadeados por estresse
11/05/2020 13:55 - Mariana: Hmm
11/05/2020 13:55 - Mariana: Poxa, isso tem martelado na minha cabeça
11/05/2020 13:56 - Mariana: Eu preciso ter mais calma, ou uma hora vou fazer algo que eu possa me arrepender
11/05/2020 13:56 - Joao: Mas tipo, isso é uma coisa, o certo é procurar acompanhamento para te diagnosticarem do jeito certo
11/05/2020 13:56 - Mariana: Não sei explicar, só sei que é algo muito forte e que vem de dentro!
11/05/2020 13:56 - Mariana: Aquele raiva!
11/05/2020 13:56 - Mariana: E depois eu penso, e vejo que é desproporcional sabe
11/05/2020 13:57 - Mariana: É, eu tenho que voltar a fazer acompanhamento
11/05/2020 13:57 - Mariana: Eu tinha achado umaclinica pelo meu plano
11/05/2020 13:57 - Mariana: Só que aí começou a Pandemia, e eu deixei de lado
11/05/2020 13:58 - Mariana: E como até hoje tive apenas 03 crises bem fortes
11/05/2020 13:58 - Mariana: Essas de ansiedade ou pânico, eu acabo deixando sabe
11/05/2020 14:00 - Joao: Entendo, as vezes eu tenho certas crises também, eu voltei pra tratamento agora depois de um bom tempo tentando marcar horário
11/05/2020 14:00 - Joao: Mas não estou mais tomando nada
11/05/2020 14:00 - Joao: Talvez tenha que voltar
11/05/2020 14:01 - Mariana: Que ótimo!
11/05/2020 14:01 - Mariana: Tomara que não precise voltar para o tratamento medicamentoso, mas se precisar, também não é o fim do mundo né
11/05/2020 14:02 - Mariana: Infelizmente esses problemas psicológicos tem se tornado cada vez mais comum
11/05/2020 14:15 - Joao: Pois é, também espero que não, sempre me senti estranho tomando. Não parecia ser eu, além disso tinham efeitos colaterais bem chatos
11/05/2020 14:17 - Mariana: Faz parte...
11/05/2020 14:17 - Mariana: Na minha volta bastante gente precisa se submeter e tais tratamentos
11/05/2020 14:18 - Mariana: Mas enfim! Como está a vida? Está aqui em SJP? Aulas suspensas?
11/05/2020 14:23 - Joao: Restrita, apesar de eu não ter parado de trabalhar
11/05/2020 14:24 - Joao: Estavamos imprimindo máscaras para o pessoal da saúde de Joinville e Curitiba
11/05/2020 14:24 - Joao: Mas as aulas pararam, só estou tendo EAD por enquanto, e por ai?
11/05/2020 14:27 - Mariana: EAD também!
11/05/2020 14:27 - Mariana: Escritório voltou semana passada
11/05/2020 14:27 - Mariana: Mas antes disso estávamos trabalhando em casa
11/05/2020 14:29 - Joao: Foda, aqui não tem previsão das aulas voltarem
11/05/2020 14:31 - Mariana: É, aqui disseram que retornaria em agosto
11/05/2020 14:31 - Mariana: Mas não sei em...
11/05/2020 14:31 - Mariana: Que situação, né?
11/05/2020 14:32 - Joao: Pois é, era pra estar mais controlado, mas o presidente não ajuda muito kk
11/05/2020 14:33 - Mariana: Não ajuda em nada! Estou preocupada com o que pode acontecer ainda
11/05/2020 14:34 - Mariana: Se passarmos por mais um impeachment é de se discutir a própria democracia né
11/05/2020 14:34 - Mariana: Pois ao que parece não está funcionando para eleger representantes
11/05/2020 14:34 - Joao: Sim, essa instabilidade total piora situações como ansiedade
11/05/2020 14:35 - Joao: Se passarmos por mais um nossa economia vai demorar mais de uma década pra ser recuperar, ninguém investe em um país que troca de presidente como troca de camiseta
11/05/2020 14:36 - Mariana: Com certeza...
11/05/2020 14:37 - Mariana: Poisé, mas tudo caminha para isso né
11/05/2020 14:38 - Mariana: Até pq inquerito já foi instaurado
11/05/2020 14:38 - Mariana: O cara também é bem burro né, não dá uma dentro!
11/05/2020 14:39 - Mariana: As vezes me arrependo de ter feito direito, sabia?
11/05/2020 14:39 - Mariana: Com outra profissão eu teria chance de tentar a vida em outro país
11/05/2020 14:40 - Joao: Eu to pensando, quando me formar acho que vou pro Canadá
11/05/2020 14:40 - Joao: Sim, todo dia uma atrás da outra
11/05/2020 14:41 - Mariana: Eu iria
11/05/2020 14:41 - Joao: Uma amiga conseguiu validar o diploma dela de engenharia quimica
11/05/2020 14:41 - Mariana: Eu não gosto que falem mal do país, sei que em todos os lugares existem problemas - culturais, políticos..
11/05/2020 14:41 - Joao: Creio que engenharia mecanica de boa também
11/05/2020 14:41 - Mariana: Mas porra, virou bagunça!
11/05/2020 14:41 - Mariana: Virou putaria bater panela
11/05/2020 14:42 - Mariana: Ué? não era de avião?
11/05/2020 14:42 - Joao: Então hahaha
11/05/2020 14:42 - Mariana: kkkkkkkkk
11/05/2020 14:42 - Mariana: Indeciso em!!???
11/05/2020 14:42 - Joao: Mudei da UFSC pro IFSC, pra conseguir trabalhar de dia
11/05/2020 14:42 - Joao: Na UFSC não tinha como trabalhar e estudar
11/05/2020 14:43 - Joao: Ai mudei pra engenharia mecânica no IFSC a noite, aqui em Joinville também
11/05/2020 14:43 - Joao: Mas não perdi quase nada, matei várias matérias
11/05/2020 14:43 - Mariana: Já pensou as suas entrevistas de emprego?
11/05/2020 14:43 - Mariana: Hahahahah
11/05/2020 14:43 - Mariana: Ah, comecei com o curso x, depois migrei para y, depois z, depois x novamente
11/05/2020 14:44 - Joao: A eu nem falo nada hahaha
11/05/2020 14:44 - Mariana: Hahahahahha
11/05/2020 14:44 - Mariana: E tu se forma quando?
11/05/2020 14:44 - Joao: Antes do COVID era pra ser uns 2 anos haha
11/05/2020 14:44 - Joao: agora já não sei mais
11/05/2020 14:44 - Joao: e vc?
11/05/2020 14:44 - Mariana: Último ano
11/05/2020 14:45 - Mariana: Ano que vem já sou bacharel ahahha
11/05/2020 14:45 - Mariana: Bacherel é quando se forma, né?
11/05/2020 14:45 - Mariana: E sou 1/2 advogada
11/05/2020 14:45 - Mariana: Falta a segunda fase, sabe lá Deus quando será!
11/05/2020 14:46 - Joao: Da OAB?
11/05/2020 14:46 - Mariana: Eu sou indecisa para a vida, relacionamentos e compras
11/05/2020 14:46 - Mariana: Para o curso tem se mantido ahahha
11/05/2020 14:46 - Mariana: Uhum
11/05/2020 14:47 - Joao: Então, na real eu ia manter, mas com a situação financeiro dos meus pais complicou eu resolvi tomar as rédias. Meus pais já estão cansados, não quero que fiquem me bancando kk
11/05/2020 14:48 - Joao: Que massa!
11/05/2020 14:48 - Mariana: É, eu imagino! É bom você trabalhar, já vai entrando no meio né.
11/05/2020 14:48 - Joao: Parabéns, a segunda fase tu vai tirar de letra tbm
11/05/2020 14:48 - Mariana: Cara, eu tinha tantas expectativas para esse ano, mas o COVID atrapalhou muito
11/05/2020 14:48 - Mariana: Por isso ando desanimada, sabe?
11/05/2020 14:48 - Joao: Nem me fale... kkk
11/05/2020 14:48 - Mariana: Deus lhe ouça
11/05/2020 14:49 - Mariana: Eu consegui monitoria com a professora que eu mais admiro
11/05/2020 14:49 - Mariana: E ela desenvolve várias pesquisas, já conhece professores de federal e tal
11/05/2020 14:49 - Mariana: Esta fazendo doutorado
11/05/2020 14:49 - Mariana: E eu quero muito fazer mestrado
11/05/2020 14:49 - Mariana: Mas uma pós na federal já vale
11/05/2020 14:49 - Mariana: Então, queria ficar ali no meio né
11/05/2020 14:50 - Mariana: Até uma aula eu dei, sabia? ahhaha
11/05/2020 14:50 - Mariana: SOZINHA
11/05/2020 14:50 - Mariana: Tinha tudo para ser um bom semestre, nesse sentido
11/05/2020 14:50 - Mariana: Mas.....
11/05/2020 15:25 - Joao: Que isso, ai sim em!
11/05/2020 15:25 - Joao: Ta mandando muito
11/05/2020 15:26 - Joao: Também penso em fazer mestrado, mas as vezes desanimo kk
11/05/2020 15:29 - Mariana: Pq desanimo?
11/05/2020 15:29 - Mariana: Eu preciso aprender uma outra língua
11/05/2020 15:30 - Mariana: Só sei português e merda
11/05/2020 15:30 - Mariana: hahahah
11/05/2020 15:33 - Mariana: Eu gostaria de lecionar, acho muito legal!
11/05/2020 15:33 - Mariana: E na advocacia passa mais credibilidade
11/05/2020 15:33 - Mariana: Só que meu sonho não é advogar
11/05/2020 15:35 - Joao: Ah sei lá, as vezes cansa essa rotina só de estudos
11/05/2020 15:36 - Joao: Eu manjava um pouco de inglês mas tive que aprender mais ainda na marra
11/05/2020 15:36 - Joao: As materias especificas o conteudo que presta é praticamente em inglês kk
11/05/2020 15:36 - Joao: Quer ir pra concurso?
11/05/2020 15:44 - Mariana: É, cansa! Eu imagino...
11/05/2020 15:44 - Mariana: Yes! Queria magistratura e atuar em vara cível
11/05/2020 15:44 - Mariana: Queria não, eu quero
11/05/2020 15:44 - Mariana: Mas não sei se tenho perfil de concurseira
11/05/2020 15:45 - Joao: Ninguém tem até tentar 🙃
11/05/2020 15:46 - Joao: Se tu tirando a OAB de letra tem que tentar sim
11/05/2020 15:46 - Mariana: Ah, vou tentar até meus 35 anos
11/05/2020 15:46 - Mariana: Aí prorrogo até 40
11/05/2020 15:46 - Mariana: Vai que
11/05/2020 15:46 - Mariana: hahaha
11/05/2020 15:47 - Mariana: Demora para sair, ainda mais eu que só vou tentar no sul
11/05/2020 15:53 - Joao: Vai dar boa, tu tem que advogar 3 anos pra poder concursar né?
11/05/2020 15:53 - Joao: Na magistratura
11/05/2020 15:53 - Mariana: Isso! Nesse período eu tento pós e mestrado
11/05/2020 15:54 - Mariana: Até pq conta como título
11/05/2020 15:54 - Mariana: Então, nada é perdido
11/05/2020 15:59 - Joao: Verdade, não tem nada a perder, só a ganhar tentando
11/05/2020 16:00 - Mariana: Uhum
11/05/2020 16:00 - Mariana: E o relacionamento?
11/05/2020 16:00 - Mariana: Firme e forte?
11/05/2020 16:00 - Joao: Então, ela ta aqui em Joinville comigo, ta sem aulas e o Banco afastou os estagiarios
11/05/2020 16:01 - Joao: Ai ela ta "morando" comigo faz uns dois meses
11/05/2020 16:01 - Joao: Amanhã a gente faz 3 anos
11/05/2020 16:01 - Joao: E o seu?
11/05/2020 16:02 - Mariana: Caralho, o tempo voa em
11/05/2020 16:02 - Mariana: Ah, o meu as vezes anda e as vezes desanda
11/05/2020 16:02 - Mariana: Ora quero casar e ter filhos, ora quero chutar o balde e ser solteira o resto da vida
11/05/2020 16:03 - Mariana: hahahahaha jeito Mariana de ser
11/05/2020 16:03 - Mariana: Bem decidida, sabe?
11/05/2020 16:03 - Joao: Sei bem haha
11/05/2020 16:03 - Joao: Filhos é uma parada que nem cogitamos haha
11/05/2020 16:04 - Mariana: É que eu quase tive né
11/05/2020 16:04 - Mariana: Dai as vezes da vontade hahaha
11/05/2020 16:04 - Mariana: Mas passa bem rapidamente
11/05/2020 16:04 - Mariana: Qd eu vejo que n
11/05/2020 16:04 - Mariana: não tenho paciência nem com a minha cachorra
11/05/2020 16:05 - Joao: kkkkkkkkkkkk
11/05/2020 16:06 - Joao: É, complicado haha
11/05/2020 16:06 - Joao: Como vão seus pais?
11/05/2020 16:06 - Mariana: A mãe esta em casa
11/05/2020 16:06 - Mariana: Foi suspendido o contrato
11/05/2020 16:06 - Mariana: O pai começou as férias hoje
11/05/2020 16:06 - Mariana: Por enquanto esta ok
11/05/2020 16:06 - Mariana: Ninguem demitido
11/05/2020 16:06 - Mariana: E os seus?
11/05/2020 16:07 - Joao: Suspenderam a licitação da obra que meu pai estava indo em Maceio
11/05/2020 16:07 - Joao: E agora os dois estão em casa kk
11/05/2020 16:09 - Mariana: Af, é foda para eles né
11/05/2020 16:09 - Mariana: Sua mãe chegou a inciar o restaurante no caminho do vinho?
11/05/2020 16:09 - Joao: Não, deu uma parada, ela andava meio mal
11/05/2020 16:09 - Joao: Agora segurou por conta do covid
11/05/2020 16:09 - Mariana: Depressão?
11/05/2020 16:10 - Joao: Uhum
11/05/2020 16:12 - Mariana: Eita, e ficar parado em casa só piora, né?
11/05/2020 16:15 - Joao: Uhum, ela ta tentando estudar outras coisas devagarzinho
11/05/2020 16:18 - Mariana: A mãe eu plantei ideia de fazer empedão para vender
11/05/2020 16:18 - Mariana: Pelo menos ela ocupa a cabeça
11/05/2020 16:18 - Mariana: E ainda lucra um pouco
11/05/2020 16:18 - Mariana: E eu ainda como toda semana hahahaha
11/05/2020 16:19 - Joao: hahahah
11/05/2020 16:19 - Joao: stonks
11/05/2020 16:19 - Mariana: o que é isso?
11/05/2020 16:28 - Joao: É um meme haha
11/05/2020 16:30 - Joao: É tipo quando você mostra solução pra algo de uma maneira diferente inédita
11/05/2020 16:30 - Joao: Meio difícil de explicar hahaha
11/05/2020 16:32 - Mariana: Hmmm
11/05/2020 16:32 - Mariana: Entendi 🤔
11/05/2020 16:41 - Joao: E suas irmãs, como estão?
11/05/2020 16:44 - Mariana: Ah nega continua na loja
11/05/2020 16:44 - Mariana: a*
11/05/2020 16:44 - Mariana: Passou na primeira fase junto comigo
11/05/2020 16:44 - Mariana: Diz que vai tirar a OAB
11/05/2020 16:46 - Joao: Mas ela ja se formou né?
11/05/2020 16:47 - Mariana: Aham, ano passado
11/05/2020 16:47 - Mariana: Não sei o que ela vai fazer da vida
11/05/2020 16:48 - Mariana: Diz que quer ser delegada
11/05/2020 16:48 - Mariana: Mas não estuda
11/05/2020 16:48 - Mariana: A Daiana ainda mora em SP e esta casada, a um tempinho já
11/05/2020 16:48 - Mariana: A Luana continua bem e está no segundo ano de BJ (mesmo ano em que a gente ficava)
11/05/2020 16:48 - Mariana: O tempo voa, né?
11/05/2020 17:15 - Joao: Nossa, já??
11/05/2020 17:15 - Joao: Sim, muito haha
11/05/2020 17:15 - Mariana: Poisé
11/05/2020 17:15 - Mariana: Eu ainda não me toquei ahahaha
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2020.09.30 07:14 kOrNoiLuDiDo A mina que provou que não existe "vc cole o que planta".

Nha, Pior que nem sei como começar... Bom, tudo começou ano passado quando eu gostava de uma garota, Ela também demonstrava algum sentimento por mim.. ela já tinha até pedido para ficar comigo só que como eu namorava eu recusei. Eu não sentia mais nada pela minha parceira então cortei todo tipo de relação que a gente tinha:( (Não propositalmente, eu só queria acabar com o namoro mesmo.)
Tempo vai tempo vem, ela veio na onde eu moro d novo (ela não mora aqui mas tem parentes aqui por isso d vez em quando passa alguns dias aqui ne) Quando ei vi ela.. eu não entendi o motivo mas eu não senti nada, nem amor, nem alegria, nem raiva.. Literalmente NADA! Mas isso era bom? Nós conversamos muito por mais ou menos uns 2 meses.. Até que eu decidi me declarar. Ela não ficou com muito jeito mas recusou e falou que não gostava de mim, mas de outra pessoa... Eu fiquei chateado e meio "bobo?" Porque eu tinha acabado com um relacionamento MUITO longo por causa dela, mas eu não podia culpa-la porque eu acho q também foi culpa minha.
Então queria descontrair e esquecer ela um pouco, para isso eu precisava jogar. Então fui jogar Brawl Stars. Chamei meu irmão para jogar e pá. Nós nos divertimos muito. Mas a gente tinha q se comunicar por call porque ele estava na casa d uma vó minha.
 1 semana depois (mais ou menos) 
Ele veio para casa ficar aqui, eu já estava esquecendo ela. E sinceramente nem ligava tanto para ela... Quase todo dia eu e meu irmão ia pra rua conversa e jogar com uns amigos nossos, e também pra tirar x1 kkk (Essa parte é relevante hein, eu tenho um melhor amigo, ele sempre jogava coma gente. Eu e ele até sabendo q é cada um por si a gente fazia amizade escondido dele, só que tinha vezes que eles faziam pra vim os dois contra mim kkkk) Então nós estávamos jogando né, meu irmão foi tomar água, e deixou o celular ligado lá na rua aonde a gente tava. Então eu fui levar o celular para ele né, quando cheguei em casa ele não tava lá. Então eu estranhei e voltei pra falar para aql meu amg né, sóq ele também tinha sumido, entt eu fiquei pensativo.. até q eu pensei "ahhh eles devem tar montando timinho kkk safados" então procurei por eles. Aonde eu moro tem um salão separado pra festa mas tem uns banco do lado de fora e pá então fui lá vê se eles tavam lá, não achei nenhum dos dois, então fui olhar atrás do salão, quando me deparei com meu irmão beijando aql mina... Eu finji não ver nada, só coloquei o celular dele no chão e sai. Até pq a culpa não era dele nem nada do tipo, quando eu estava indo pra casa (aql tinha me machucado pq no fundo eu não tinha esquecido ela totalmente) aql meu amg apareceu, e perguntou oq tinha acontecido, eu não falei oq aconteceu só falei que estava cansado. Saí e fui para casa.
Depois de um tempo (uns dias) aql meu amg tava comemorando o aniversário do irmão dele e pá, então ele tomou umas admito kkk Bom, aql msm mina tava lá, então eu fui lá dnv.. (eu era tão trouxa pqp) Papo vai papo vem... Qnd do nada ela vem com papo de que já bjou meu irmão não sei lá qnts vezes e um monte de bosta para me deixar triste, então eu cansei e parei, não quis mais saber de [email protected] nenhuma, agora eu irei contar o que está acontecendo agora. Eu cortei a amizade e tudo mais com essa menina, e , a minha ex quer voltar comigo, não sei oq eu faço... Obrigado por ler até aqui<3
Dicazinha: Não abre a mão da sua vida por alguém que não abre a dele por vc também??;-; resumindo, não acabe com a sua vida por uma hipótese que não tem fundamento:). É foda né?:/
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2020.09.08 17:32 -Galactic_Cat- Puto com a vida

Ontem assisti o piloto de black mirror e fiquei super bolado com a matrix q vivemos. Pra q tudo isso? passamos horas vendo videos repetidos no youtube, invejando vidas no facebook e instagram, esquentando cabeça com twitter... Vendemos nosso tempo e energia por um misero salario minimo, nos diminuímos pra enriquecer nossos patrões. Nas pessoas enxergamos apenas inutilidades e superficialidades.
Olho pra tudo lado e n tem uma luz, faculdade? bait, ela n garante um emprego q te satisfaça. Namoro? procurar oq falta em vc nas outras pessoas é pífio e uma perca de tempo. Dinheiro? no fim da vida ele n tem nenhuma utilidade. Amizades? inexistente! ninguem é amigo de ninguem nessa porra, primeira chance todo mundo some....
No final explodir os bancos n seria tanta loucura, n é? tyler durden
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2020.08.22 02:27 Luizinguitar3 Não aguento mais lidar com merdas de terceiros que refletem até na vida pessoal de quem não tem nada a ver.

Minha mãe é uma pessoa que sempre estudou muito e fez de tudo para nunca precisar contar, financeiramente e/ou emocionalmente com a família que ela tem, no caso, a mãe, pai e irmã dela. Construiu uma carreira na área de química ligada a radiação, hoje é pesquisadora e, apesar de estarmos falidos por causa de terceiros, ganha bem.
Tudo foi bem na medida do possível, até que, em por volta de 2007, meu avô, pai dela e já idoso, foi preso num esquema criminoso aí que rolou (nada muito sério, tipo matar alguém, mas ainda assim crime) e ela teve que gastar boa parte da grana que ela não tinha com advogado para, além dele, minha avó e minha tia que era cúmplices de tudo.
Alguns anos depois dessa treta, minha avó, que não olhava na nossa cara há pelo menos uns 8 anos, oficialmente perdeu tudo que tinha e veio morar aqui em casa, que não é um lugar grande, e ficou quase 5 anos (de 2015 até o final de 2019) nos enchendo o saco, já que ela é uma pessoa extremamente ingrata e egoísta, fazendo com que pessoas que amávamos e que frequentavam nossa casa nunca mais nos visitassem e, de quebra, como tinha sido recém diagnosticada de um câncer, gastando mais dinheiro da minha mãe, porém não dizia nem um obrigado para nada. Uma vez minha mãe sofreu um acidente de carro, chegou em casa visivelmente machucada e ela só foi reparar 3 dias depois (e eram hematomas gigantes no pescoço e braços, ou seja, dá pra ver fácil). Mesmo não querendo e evitando demonstrar, minha mãe sofria muito com isso.
Nesse meio tempo, meu avô saiu da prisão e aí foi mais grana da minha mãe pra sustentar ele agora, que mora com a irmã dele, tia da minha mãe, e, de quebra, ainda teve que pagar dívidas absurdas da irmã dela, que nunca paga o que deve, não faz absolutamente nada para os pais e ainda é extremamente grossa e agressiva com a minha mãe. Entre 2007 e 2015, minha tia morou com minha avó e sentava a porrada nela (na época minha avó tinha entre 70 e 78 anos, ou seja, idosa), e mesmo assim é a filha favorita de ambos até hoje.
Pra coroar a treta toda, no final de 2016 meu pai, que mora com a gente, começou a demonstrar uns comportamentos estranhos e só esse ano (por volta de março se não me engano) finalmente um médico o diagnosticou com uma doença cujos sintomas casam com o que ele tem. Ela se chama demência fronto temporal e, se pesquisarem sobre casos, vão ver que a rotina da pessoa e das que convivem com ela mudam muito devido a isso. De quebra também, o gasto mensal aumentou muito, além de tudo, devido a necessidade de médicos, já que nosso plano de saúde que é o único que conseguimos pagar não ajuda em praticamente nada, e, pra coroar, o salário dele e da minha mãe caíram em mais de 50%. Se não fosse o auxílio emergencial e um auxílio que tô recebendo pela faculdade nem sei o que faria, já que também não ganho lá muita coisa pelo trabalho e, como sou autônomo, não tem como contar muito ainda mais nesse período.
Apesar de ser uma pessoa doce, inteligentíssima, tratar todo mundo bem, todo mundo gostar muito dela e admira-la bastante, inclusive eu, sei que ela tenta muito ser uma ótima mãe, mas não é a pessoa mais atenciosa do mundo em relação a mim e minha irmã. Os únicos assuntos que ela conversa comigo são faculdade e trabalho (ela é acadêmica e sonha com meu doutorado, sendo que nem no terceiro período da faculdade tô). Normalmente, como ela tem que carregar o mundo nas costas, ela se preocupa mais em resolver o que dá pra ser resolvido e tapar o que está ruim com uma peneira até não dar mais e aí precisar resolver.
Meu pai era um excelente pai e realmente não é exagero, mas na situação atual não é como se ele conseguisse dar conta das coisas, mesmo qu minimamente, então ela se sente frustrada e sozinha por ter pedido o suporte dela. Ambos se davam muito bem e foi (e é) bem foda pra ela.
Apesar de eu já ter o diagnóstico médico de depressão há pelo menos uns 5 anos, esse período de pandemia piorou tudo e, além disso, tenho tido crises bem ferradas de ansiedade. Não só devido a minha família, mas também porque namoro uma pessoa cuja mãe é (diagnosticadamente) narcisista, que faz a vida dela um inferno e, apesar de termos um relacionamento foda entre nós dois, eu estou sempre preocupado com o que essa mulher possa fazer. Além disso, mesmo quando não rola nada, não consigo dormir bem. Até malhando e tomando remédios (prescritos) tá ficando difícil e sinto que estou a beira de ter um colapso nervoso. Muitas noites me vejo tremendo, sem conseguir respirar, com pensamentos suicidas e completamente exausto, mas sem conseguir dormir. A única coisa que tenho feito fora de casa é levar meu pai pro mercado e na padaria, porque ele gosta de, nas palavras dele, "dar voltinha" no quarteirão, e ir no banco quando preciso resolver algo. Ou seja, se eu já não tinha muita "vida", agora tá pior ainda.
A questão é que essa parada de, não só minha mãe, mas principalmente ela (que é meio que meu único apoio familiar e na vida além da pessoa que namoro) fazerem tão pouco de mim e do que sou e sinto fica me matando porque não importa quantas vezes eu peça ajuda, ninguém ouve. Tenho muito medo de acabar tendo um colapso nervoso, como já aconteceu antes.
Faço acompanhamento psicológico há uns anos e recentemente (faz uns 3 meses) mudei o atendimento de 1x para 2x por semana, mas o que são só duas (dependendo da semana menos) sessões de terapia para alguém que passa a semana cagado?
E, assim como a pessoa que namoro passa com a mãe dela, ter que lidar com um monte de consequências ruins na vida por causa de coisas merdas que terceiros que pouco tem a ver com a sua (como meus avós, minha tia e minha sogra, por exemplo) e se ver completamente sem perspectiva por causa dos outros é muito ruim.
Não tenho muitos amigos (não que dê pra pedir algum apoio nem que seja pra ouvir como me sinto) e minha família, que já era distante, depois da doença do meu pai simplesmente sumiu.
As vezes sinto que minha mãe quis ter os filhos, mas nunca pensou de fato em como seria cuidar deles, até porque ela nunca teve quem cuidasse dela, então nem faz ideia de como é isso e, de fato, quem era mais ativo no nosso dia a dia, até porque o horário de trabalho dela era menos flexível, era meu pai, então até essa quarentena ela nunca tinha ficado tanto tempo perto da gente e muito menos em casa.
Tenho uma irmã, que é menor de idade, e minha mãe até dá um certo apoio e presença maior a ela por conta disso, mas, no meu caso, é como se eu fosse só uma pessoa que mora de favor aqui. Entendo que muita gente se sente assim depois que faz 18 anos, mas é foda principalmente quando não se tem ninguém para contar, ou ao menos um amigo pra desabafar.
Tenho muita dificuldade em fazer amizades, o que piora tudo, e acho que isso também vem do fato de que, apesar de eu sempre ter sido uma pessoa introvertida e mesmo assim conseguisse fazer uma ou outra amizade, os últimos tempos pra cá, por estar sempre ansioso, preocupado e correndo pra lidar com a minha família, seja porque meu pai não pode ficar sozinho em casa, ou porque trabalho, ou porque deu uma merda nova na vida da minha mãe e ela tem que resolver em cima da hora ou porque minha irmã tomou remédios demais e foi parar na UTI (sim. Já rolou algumas vezes, já que ela também é depressiva).
Para botar a cerejinha no bolo, sou homem trans e comecei com os hormônios há cerca de um ano, logo minha cara tá bem diferente e minha mãe não lida bem com isso, então, querendo ou não, isso também afastou mais a gente. Nas palavras dela quando contei: "eu já tenho um monte de problema pra resolver e você me aparece com mais isso?"
Penso muito em sair de casa, pouco antes da pandemia tava começando a tirar isso do papel, mas sempre que comentava sobre a ideia, como algo hipotético, todo mundo aqui falava que agora não dava, porque eu tinha que ajudar a cuidar do meu pai, e, com a pandemia, desanimei de vez (e o dinheiro todo acabou, pois era isso ou mais dívidas.)
Percebo sim que minha mãe tem uma preferência pela minha irmã, pois, por ela gostar mais de estudar que eu, principalmente coisas tidas como "normais" (normal eu digo coisas que compreendem as áreas de exatas, humanas, línguas e biológicas. Claro que nada é tão simples assim, mas eu faço faculdade de música então forçando a barra acho que deu pra entender a comparação), se for pra escolher quem vai cuidar da casa e do meu pai e quem vai estudar acho que já temos uma resposta. Além disso, a personalidade de ambas é bem parecida.
Realmente não sei o que fazer. Não sei se alguém vai ler até o fim, digitei tudo de uma vez. Só queria me sentir capaz de ter a minha própria vida, não só financeiramente, mas sem situações que bloqueassem completamente qualquer coisa que eu tentasse e automaticamente fizessem com que eu me sentisse cada vez mais sufocado nessa bola de neve gigante.
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2020.07.16 16:24 fobygrassman SITE DE TRAIÇÃO Nº1 DO BRASIL

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2020.07.05 05:31 zer0cu Talarico sem culpa

Eu tinha 1 amigo na juventude q a gente fazia mt pirraça juntos. Ele tinha uma namorada mas eu nunca a olhei c/ outros olhos. Namorada de final de semana. Era assim os namoros na nossa época. Geralmente os pais n deixavam as adolescentes namorar ou sair td hora. Então a gente ia para os soares dançar e lah ficava c/ as minas. Era normal isso
A gente curtia diversos salões de discoteca e ateh em outras cidades. Um dia meu amigo pediu para eu ir em um salão pq a namorada dele estaria lah. Era para mim ficar fazendo cia para ela e cuidando dela para ele enquanto ele ia em outra cidade ficar com outra mina que o pai liberou para ir ao baile. Concordei
Entrei no salão e procurei por ela e encontrei fácil. Ela usava sempre a mesma roupa nas discotecas. Ficamos dançando a noite td. No meio das músicas disco sempre tinha as músicas lentas. Ela convidou p/ dançar pq o namorado estava doente e eu podia dançar com ela. A gente era mt conhecido ali
No meio da dança alguém esbarrou em nos e por coincidência na mesma hora que os rostos estavam frente a frente. Acabamos nos beijando e ficando
Ficamos preocupados e decidimos sair dali pq td mundo conhecia a gente. Fomos p/ uma praça. A gente sentou no banco e começamos nos beijar como se n houvesse amanhã e não haveria mesmo
Peguei nos seios dela sem nenhuma negativa da parte dela e continuamos os beijos e os amassos. Convidei ela p/ irmos na minha casa. Minha mãe estava na minha tia e minha irmã na casa do noivo. E fomos
Chegando em casa fomos direto p/ a cama da minha mãe continuar os amassos. Tirei a blusa dela. Ela era linda de rosto e de corpo. Tirei a calça dela tb e comecei a beijar e massagear aquela xoxota e seios. Uma delícia. Fui puxando a calcinha e beijando aquela buceta enquanto tirava minha roupa
Qnd eu jah estava nu pronto para come-la ela pediu para parar porque ainda era virgem. Fiquei frustrado sem saber o que fazer mas não insisti. Cai na real no problema q aquilo seria e coloquei minha roupa e ela a dela. Por coincidência minha irmã também chegou. Meu cunhado foi ateh o quarto e olhou p/ a gente. Tudo normal pq a gente estava de roupa
Fui levar ela em casa. 20 minuto de caminhada. Próximo da casa dela paramos pq eu n podia levar ela ateh lah. Começamos a beijar de novo ela enfiou a mão na minha calça de elástico, igual um moletom soh q tecido mais fino e me punhetou bem gostoso enquanto me beijava. Gozei ali naquele murinho da escola. Acho q foi a melhor pegada no meu pau q recebi ateh hj
Durante a semana n encontrei meu amigo em nenhum dia. Ele sumiu. Nos encontramos na frente da discoteca e ele puxou uma escarrada e guspiu próximo de mim. Percebi q n éramos mais amigos e toquei minha vida sem ele e nunca mais o vi
Eles terminaram e logo em seguida ela casou com um cara bem mais velho q traía mt ela. Ela sumiu da cidade. Uma pena pq se a gente tivesse transado naquela noite estaríamos juntos ateh hj. Ou mortos
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2020.05.19 20:35 Gacrux29 Dois meses sem ver ela...

Como vocês estão fazendo com namoradas/os, esposas/marido etc nessa quarentena?
Estou há dois meses sem ver minha namorada pois estamos seguindo a quarentena rigorosamente, mas como a maioria não está, esse isolamento só vai se estendendo.
Moramos bem perto um do outro, mas praticamente já virou um namoro a distância e não tô sabendo lidar com isso.
Até pensei em trazer ela aqui em casa tomando todos os cuidados possíveis, mas o receio ainda é muito grande. Buscaria e levaria de carro, com máscara etc, mas sei que nada disso é garantia de muita coisa. Literalmente não saio de casa desde que a quarentena começou e ela também, só que ela vai uma vez por mês no banco.
Eu não sei até quando vamos ficar assim, nem se é uma má ideia tentarmos nos ver agora. Não sei mais o que fazer. Como estão lidando com isso?
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2020.02.06 18:16 _Punish3r Diagnóstico de Espectro Autista

Olá a todos, Me chamo Guilherme, tenho quase 20 anos (irei fazer em 4 de Maio), e novembro do ano passado, estava passando com a Neuropsicologia, e descobri meu diagnóstico de Espectro Autista.
E fica até que mais claro para mim em vários aspectos sociais da minha vida, sempre tive muita dificuldade em me socializar desde cedo, não curto festas em familia, por exemplo por parte do meu pai, que são 5 Tios e uma quantidade exorbitante de primos(a) e familiares, costumo não ir, por odiar o barulho alto e qualquer local com muita gente junta.
Na época de Escola, sempre fui o mais isolado da sala, e tanto no intervalo , eu demasiado e triste, ficava sentado no banco esperando a ''morrer da bezerra. Muitos familiares, sempre diziam que é por ser ''Timido'' ''Fase Natural'' ''Isso Passa ao decorrer do tempo'', mas não foi isso, agora que eu sei meu diagnóstico TEA (Transtorno do Espectro Autista) tudo mudou, até meu pai acha que pode ter sinais de TEA na época dele de Juventude.
Lembro caso, de garotas me olhando com desdém, pelo simples fato que estava apaixonado por uma garota da minha sala, mas infelizmente não é o que eu esperava, ela me maltratou não-verbalmente naquele dia com as amigas delas, e isso me machucou muito.
Tenho quase 20 anos, e nunca namorei, nunca beijei nenhuma garota se quer (BV e BVL), e já fui taxado até como ''GAY'' por ter esse aspecto moderado por tal ação. Já tentei pedir amigas que eu amava muito em namoro, mas todas foram apenas a resposta: ''Apenas Amizade'' ''Te vejo apenas como um Amigo'' ''Te magoaria se eu te desse um fora''. Porra prefeiro mil vezes que fale de coração e seja sincera, do que apenas fazer um textão gigantesco pedindo desculpas por apenas ficar se próprio diminuindo, para não namorar comigo. Eu sempre quis um relacionamento sério, sou um cara comprometido com esses tipos de assunto.
Agora estou lutando para me amar do jeito que eu sou um Asperger, e batalhar para virar uma pessoa digna e honesta. Estou Cursando Jogos Digitais (Ultimo Semestre), e sou Faixa Laranja do Karatê Kyokushin.
Acho que por enquanto é isso mesmo, queria desabafar isso, que vocês podem estar sofrendo muitos problemas, e podem ter algum sintoma de Autismo Leve ou até Moderado, e suas familias não percebem isso.
submitted by _Punish3r to desabafos [link] [comments]


2020.01.20 17:31 Gab8786 A PIOR SOGRA DO MUNDO. Me livrei, mas doeu.

Considerações:
Primeiro: eu juro que isso não é fanfic. Eu vivi isso, acredite ou não.
Segundo: primeiro post que envio para o turma-feira, ah que emoção. Recentemente seus turma-feira's têm sido meu melhor passatempo, gratidão imensa por fazer meus dias melhores.
Terceiro: Minha vida amorosa é uma tragédia (não a nível de Shakespeare, mas é quase), te contarei apenas um dos casos. Se você gostar, quem sabe eu te conte mais outros...
Provavelmente você terá que fazer um vídeo inteiro sobre isso. Vamos lá.
(Os números e nomes aqui estão trocados. Não mostre isso no vídeo, ok editor?)
Aconteceu em 2014.
Conheci Micaela, a namorada com quem eu casaria se existissem condições. A gente combinava em tudo. Em todas as conversas tínhamos uma harmonia ímpar, gostávamos de estar juntos em todos os momentos, não tínhamos divergência de pensamentos políticos ideológicos (eu nem ligava pra isso na época), ela gostava de muitas coisas que eu gostava, se esforçava pra gostar de outras e eu fazia assim com ela também. Era muito bom estar junto dela.
Eu andava 3 km a pé pra ver ela e valia muito a pena(não existia Uber na minha cidade ainda, mas mesmo que existisse eu iria a pé pq eu n tinha grana, e ela gostava de mim mesmo assim, o que prova a veracidade dos sentimentos dela).
Ela frequentava minha casa algumas vezes, meus pais amaram ela, fez amizade com meus irmãos mais novos, ela jogava videogame comigo. Era um sonho.
Só havia um problema. Dona Gertrudes, a mãe dela. Ah, Dona GERTRUDES... Como posso te explicar, Luba... Imagina uma mulher religiosa ferrenha com uma moral do século 18. Eu não sabia disso até então. Pelo visto nem Micaela sabia que a mãe poderia chegar a um nível tão ABSURDO no final da história. Micaela apenas dizia que não podíamos subir pro quarto dela porque a casa estava bagunçada devido a uma reforma, e a mãe queria me conhecer primeiro (com o tempo), ou que ao menos eu assumisse namoro antes que eu pudesse frequentar lá em cima. Tudo bem? Tudo bem. Não sou acostumado com cerimônias, mas tudo bem.
Isso fazia com que tivéssemos que transar dentro do banheiro do prédio dela(Sim, nos primeiros dias já estávamos apaixonados a esse nível). Tinha uma câmera em frente à porta, mas a gente ligava o foda-se e entrava mesmo assim.
Aí você se pergunta: porque não na minha casa, no meu quarto? Bom, eu dividia meu quarto com meus irmãos. Nosso AP. Era pequeno, apenas 2 quartos. Seria constrangedor, muito embora, algumas vezes considerarmos essa possibilidade mantendo meus irmãos fora, mas era difícil.
Alem disso, dona GERTRUDES não deixava Micaela vir pra casa de um amigo sem mais nem menos. Ela não deixava eu entrar na casa dela, porque ela deixaria a filha entrar na casa dos outros?(Lógica dela). Então as vezes, quase nunca, ela ia escondido pra minha casa. Portanto, o banheiro, quase sempre, era nossa única opção (lembrando, eu não tinha grana pra Uber, imagina pra motel).
Chegou o momento que a gente se cansou disso (3 semanas depois) e resolvemos assumir logo esse namoro. Dona GERTRUDES quis marcar um jantar para perguntar quais as minhas intenções com a filha dela. SIM, não era o pai que queria perguntar isso, afinal ela era....... MÃE SOLTEIRA. SIIIIIIIIM, LUBA, MÃE SOLTEIRAAAAAAAAAA. Pegou raiva né? Saiba que não é nada perto do que vc vai sentir.
Então o dia do jantar chegou. A mãe veio com a famigerada pergunta e eu armei um discurso todo fofinho... "Eu quero amar e respeitar sua filha, quero conhecê-la a fundo, saber dos seus desejos e sonhos de vida, quero aprender com ela e ensinar tbm" pra que que eu disse "quero aprender com ela"? Ela já deu sua primeira patada: "Espera um pouco... Aprender com ela? Minha filha não é professora de ninguém não!"
Eu comecei a dar risada achando que era zueira, mas eu via cada vez mais que não. Que ela estava falando sério mesmo.
"Que absurdo, num relacionamento ninguém ensina nada a ninguém não, tem que estar todo mundo maduro o suficiente sabendo das coisas da vida, e o homem é quem toma a frente e quem sabe mais das coisas, porque é o chefe da família! Se você assume essa postura você é um bunda mole, e eu não quero minha filha casada com um bunda mole. CASADA, sim porque você sabe que um namoro é um preparativo para um casamento. ALIÁS, sexo, nananinanão. Só depois do casamento. Entendeu, senhor Matheus? Aliás... Quantos anos você tem mesmo?"
"19..."
"Pois é. Você que é mais jovem não deveria casar com uma pessoa 6 anos mais velha que você. (Sim, ela tinha 25 anos) Ela tem que se casar com um cara mais velho, com condições de formar uma família. Você trabalha? Você tem uma casa própria? Não. Então eu não acho que você deveria namorar minha filha, mas eu não vou estragar isso no dia da inauguração desse namoro né? Eu abençoo vocês mas com a condição de que você deve assumir essa responsabilidade."
E eu: "Tudo bem."
Sim, Luba eu deveria ter terminado alí, mas eu gostava tanto de Micaela, e eu achava aquilo ridículo demais para ser verdade, além disso eu não sou um cara de se jogar fora, eu não ia deixar que ela me considerasse um cara qualquer, eu fazia faculdade de Medicina na Federal, tinha educação de moral elevada de berço, iria provar meu valor, mas foi muita falta de amor próprio da minha parte. "Deve ser só pressão" eu pensava... Aham... Vai achando!
Os meses foram passando, e eu ainda não podia entrar no convívio da casa de Micaela, e ela ficava cada vez mais ausente, e me dizia por whatsapp que a mãe estava vigiando ela, não deixou mais ela sair de casa por um tempo, até que, quando chegou no sétimo mês, ela me revelou que Dona GERTRUDES não quer mais que ela se encontrasse comigo. E eu "WTF???"
Eu comecei a xingar a mãe dela dizendo ainda "como ela pode controlar tanto assim a filha de VINTE E CINCO ANOS? Micaela, você tem que tomar a independência para sua vida! Não deixe sua mãe te controlar assim! É muita imbecilidade da parte dela."
"Matheus eu ainda não me formei, não tenho condições de construir uma vida sozinha, e apesar de tudo ela é minha mãe, e eu não quero viver brigada com ela!"
"E eu, tudo bem... Como que a gente faz então? Se encontra escondido?"
"Parece ser a única opção né."
Assim fizemos por algumas vezes até o dia que eu fui para o prédio dela escondido. Ela estava fazendo um projeto da faculdade sozinha. Dona GERTRRRRRUUUDES viu pela câmera do prédio e desceu.......................
Eu nunca fui tão humilhado na minha vida.
"O QUE VOCE ESTA FAZENDO AQUI? Eu já não falei pra você não ver mais a minha filha? Você é um imprestável, você não é suficiente para minha filha, você é um qualquer e minha filha merece muito mais. Você é jovem e vai viver muita coisa ainda, vai conhecer muita gente e se relacionar. E se um dia trair minha filha? O que eu faço? Não importa a idade dela ela sempre será minha filha e se você for a causa do sofrimento dela eu n sei o que eu faço com você. Eu sei porque eu vivi isso. Ok? Além disso, você acha que eu não vi vocês dois pela câmera quando entravam no banheiro? Eu vi você falando mal de mim pelo whatsapp da minha filha, alem das fotos dela pelada! Eu fiquei tão chocada com isso que eu não permito mais vocês dois juntos, vagabundo. Saia daqui, vai para sua casa, eu já falei com o condomínio para não permitir mais sua entrada aqui. Não fale mais com minha filha. Está avisado.".
Enquanto isso Micaela morria de chorar pedindo para a mãe não fazer isso e ela estava irredutível. Não me permitiu falar nada. As duas subiram. E eu andei 3km de volta pra minha casa com o coração destruído. Achando que tudo tinha terminado.
Cinco dias depois me liga Micaela dizendo que disse a mãe que ia na casa da amiga Jéssica que morava perto de mim algumas quadras, mas estava vindo para minha casa para conversar comigo, dizendo que não iria desistir de mim.
Conversamos, e daqui a pouco DONA GERTRUDES liga para Micaela dizendo que estava na rua de Jéssica para buscar ela, porque ela havia esquecido de resolver algumas contas da casa no banco e ela queria a ajuda da filha. Depois ela deixava de novo lá na casa da amiga.
Micaela entrou em desespero. Saiu correndo daqui. Chegando no portão da minha casa estava lá a Dona GERTRUDEEEEEEEEES. Ela tinha ativado GPS no celular da filha e sabia de tudo.
Do carro ela falou aos berros e buzinas que chamaria a polícia e me acusar de sequestro se a filha não saísse e entrasse no carro. Eu tive que chamar meu pai que estava trabalhando porque eu não estava aguentando essa situação. Ele chegou e viu a situação insustentável. Falou com Micaela e levou até o portão. Meu pai não falou nada. Chegando em casa ele falou comigo o quão sortudo eu era por eu ter me livrado da convivência com esse ser desprezível como sogra.
Nunca mais vi Micaela.
Fiquei numa depressão profunda durante meses. Pensando no que me aconteceu.
Meu amor foi arrancado de mim sem dó nem piedade. Como se eu a agarrasse e tivessem cortado meus braços para que eu a soltasse.
Depois disso tive alguns namoros que também não passaram dos 7 meses. Hoje estou solteiro. Sem ninguém para eu dizer "te amo". Ao menos não de uma maneira tão sincera quanto eu dizia a Micaela.
Fim.
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2019.12.18 00:22 petitota fim namoro

namoro de merda em 2019, aí agora estou conseguindo superar, porém desde o começo nunca percebi que era meio abusivo e controlador no sentido de só fazer as coisas quando queria, me privar de carinho e atenção, enfim, agora está passando, daqui uns meses estarei 100%, porém desisto de namorar, só quero uma conta no banco gorda kkkkkk h
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2019.12.04 18:45 odraps Namorado sem atitude

Tenho 29 anos e namoro um cara de 34 anos. Estamos juntos a 7 anos e ao longo da nossa relação nunca fizemos planos pro futuro (viajar, casar, onde morar), já tentei planejar coisas com ele mas ele não acompanha, fica concordando mas não fala muita coisa, conversei com ele sobre isso, pois vi que ele se incomodava com o assunto e ele disse que não fazia planos por não ter dinheiro (mesmo ele estando trabalhando já a 4 anos). Ele mora na casa dos pais e só ajuda na conta de telefone, no mais eu não sei onde ele gasta o dinheiro (talvez ele guarde no banco, mas não sei mesmo), a rotina dele é jogar no pc em todo o tempo livre,trabalha bastante, no mais ele não sai de casa, pois tem depressão moderada e dificuldade de socializar (frequenta psicologo e psiquiatra), quando tem confraternização na empresa ele gosta de ir, pois é muito próximo de alguns colegas que inclusive almoçam com ele nos intervalos (três meninos e uma menina). Sempre que saímos (algo raro, pois geralmente passamos o final de semana em casa assistindo filmes, pois ele não gosta de locais muito cheios) ele reclama que esta gastando muito (mesmo que em um jantar de 60 reais ou uma ida ao cinema de 50 reais), quando digo que eu vou pagar ele se ofende e não deixa, ele faz questão de pagar mesmo reclamando sobre (também faz questão de pagar o estacionamento do shopping e fica perguntando sobre o valor da gasolina do meu carro). Diversas vezes eu dei indireta que queria noivar (afinal já são quase 8 anos na mesma) e que só iria morar com ele algum dia nessas condições, a pouco tempo ele perguntou oq eu achava de morar com ele (não me deu detalhes de onde morar mas já me empolguei) e perguntou se eu estava falando sério sobre só morar com ele se noivasse e eu confirmei, disse que só iriamos nos "juntar" se ele me pedisse em noivado, ele perguntou qual aliança eu queria, mostrei e ainda deixei salvo no computador, ele olhou o valor e torceu o nariz (até agora nada, e ele nem perguntou o número do meu dedo, ou seja, ele não vai comprar a porcaria do anel, me empolguei atoa).
Tenho pensado muito se essa relação tem algum futuro, pois estamos na mesma a quase 8 anos e não evoluímos nesse meio tempo, ele reclama de tudo, não faz planos, não consegue conversar sobre o futuro. As vezes acho que ele esta comigo por estar, apesar de sempre falar que me ama e que se preocupa muito comigo. Ele tem atitudes infantis (acredito que é por ser muito mimado pelos pais, mesmo com 34 anos) e quando brigamos ele fica insuportável e parece uma criança fazendo birra. Em dias normais ele é muito resmungão com tudo e parece um senhor de 90 anos, mas mesmo assim é extremamente carinhoso e atencioso quando estamos juntos, porém não vejo atitudes da parte dele, sei que se eu forçar e tomar a iniciativa ele vai seguir e fazer oq eu mandar, mas acho errado chegar nesse ponto, ao meu ver certas coisas tem que partir dele, pois eu já dei todos os sinais verdes possíveis nessa relação.
Quando ele tinha 20 anos ele namorou uma menina e eles noivaram com dois anos de namoro, estavam prestes a alugar um apartamento (creio eu que eles planejavam muitas coisas pro futuro), aconteceu que ela traiu ele e então ele terminou tudo, ficou alguns anos no processo de superar essa essa relação. Sou a segunda namorada dele. Fico pensando se ele tem algum trauma com isso e fica achando que vou trair, mas se em quase 8 anos ele ainda não confia que eu realmente quero ficar com ele e levo ele a sério eu não sei mais oq fazer. Ele tem alguns problemas psicológicos que fazem com que ele tenha muita dificuldade de se relacionar e confiar nas pessoas, mas acho difícil que seja esse o problema.
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2019.09.15 19:11 YareYareDaze007 Minha "breve" história amorosa

Essa História que será aqui contada, nesse livro, é a jornada de um garoto chamado Giovane, um garoto quieto, de poucos amigos, porém muito estudioso, sempre tirava boas notas na escola. E é exatamente lá que nossa história começa.
No ano de 2017, nosso protagonista está sentado tranquilamente em sua mesa, na sala de aula, quando repentinamente ao olhar de relance para a porta, ele percebe alguém entrando, mais especificamente uma garota, uma linda garota, que instantaneamente desperta o encanto de Giovane. Vale lembrar que naquela época, ele era um garoto de 13 anos, sem nenhuma preocupação além de vídeo-games e estudos, mas tudo aquilo estava prestes a mudar. Naquele momento, ele havia descoberto o amor, que muitas vezes pode ser comparado à uma benção ou maldição. Ao ver a garota de nome desconhecido entrar, Giovane logo ficou surpreso com tamanha beleza, porém no momento não fez muita coisa. Apenas voltou aos estudos e tentou não pensar muito naquilo, porém era quase impossível, a cada conta que fazia, a cada texto que lia, a imagem da garota continuava a aparecer em sua cabeça. O que era muito ruim, considerando o fato de Giovane sempre dar muita importância aos estudos, aquilo estava o atrapalhando. Mas logo o nome da garota foi revelado: Sabrina. Giovane ouvira a professora dizer esse nome na chamada e viu a garota responder.
Não demorou muito para ele se dar conta do que havia acontecido. Ele sabia que estava sob o efeito da droga mais poderosa que existe: O Amor. E para o amor não existe cura, apenas o tempo, que foi justamente o que decidiu fazer: dar um tempo e ver o que acontecia. Giovane Não tinha ideia de como os eventos se desenrolariam dali em diante, não sabia o quanto sofreria pensando nela.
Passado algum tempo, cerca de 3 meses, e o amor de Giovane por Sabrina continuava aumentando, como uma fogueira que é atiçada pelo vento. No entanto, uma dúvida ainda pairava sobre sua cabeça: O sentimento era recíproco? Sabrina via Giovane com outros olhos? Ele não sabia, e isso estava o enlouquecendo.
Um mês depois do acontecimento anterior, ele havia pensado em uma maneira de acabar com suas dúvidas, era o único modo que nosso protagonista havia pensado: Falar à Sabrina sobre seus sentimentos. Porém, Giovane era um garoto extremamente tímido, o que deixava essa hipótese quase impossível. Ele tinha medo de contar o que sentia e não ser correspondido, ou ainda pior, ser ridicularizado pelas pessoas ao redor da escola. Chega o fim do ano e Giovane não havia conseguido se declarar. "Meu Deus, mas e se ela não estiver aqui o ano que vem? " Pensava.
2018, início do ano. E para sua surpresa, ele estava na mesma sala que Sabrina. Seria o destino dando uma segunda chance a ele? Talvez. E como dito anteriormente, seu amor não diminuía, apenas crescia dia após dia. Nosso protagonista tem 14 anos agora, muito mais maduro, certo? Errado! Ele continuava com uma ideologia de " deixar o rio fluir ", ou seja, não fazer nada e deixar que o destino cuidasse do resto. Claramente essa tática não deu certo. Porém, Giovane possuía um amigo chamado Marcos, cujo qual se dava muito bem com as mulheres. E fui justamente a ele que Giovane foi pedir ajuda. E acontece que Marcos era realmente bom no que fazia, e milagrosamente conseguiu fazer Sabrina se aproximar consideravelmente de nosso protagonista, que estava pensando sobre a vida e as decisões que havia tomado e aparentemente não interagindo com Sabrina, o que fez Marcos aparecer e talvez ter causado o maior arrependimento da vida de Giovane. Ou não? Marcos chegou conversando com ambos e acabou deliberadamente por falar que Giovane estava apaixonado por Sabrina, o que deixou nosso protagonista completamente paralisado, como se tivesse visto um fantasma, sem nada para dizer, como se tivesse visto a morte cara-a-cara. E Sabrina pareceu incrédula do fato, tanto que até se levantou da cadeira na qual estava sentada e estava se dirigindo a seu lugar, quando Marcos a parou e tentou argumentar com ela, mas nada parecia dar certo. Enquanto isso, nosso protagonista continua sentado imóvel na mesma posição que havia começado a conversa. Passados cerca de 3 minutos, Sabrina chega à mesa de Giovane e pergunta:-O que aconteceu?
-Nada. Diz Giovane
-Você está com cara de bravo. Foi alguma coisa que eu fiz?
-Não, não foi nada.
E Sabrina sai daquela mesa e volta para a dela.
A partir daquele dia, Giovane se tornou outra pessoa, alguém completamente novo. Ao invés do garoto alegre e piadista de sempre, ele havia se tornado alguém quase depressivo, não falava quase nada, passava horas parado pensando na vida, não fazia mais tantas piadas. Até o dia 10 de agosto de 2018, quando ele decide que não vale mais a pena sofrer tanto por conta de falta de coragem. Na escola, durante a aula de geografia a lição era fazer um mapa-múndi e foi o que nosso protagonista fez, porém Marcos tinha um plano para ambos ganharem nota apenas com o esforço de Giovane, que aceitou ajudar já que poderia precisar de algum favor de Marcos algum dia. E foi um plano, absurdamente bem bolado, executado com maestria e finalizado com êxito.
Na noite daquele mesmo dia, Giovane decide cobrar a ajuda que ofereceu à marcos. Mandou uma mensagem para ele e combinou que iriam executar um plano para que nosso guerreiro Giovane tivesse a coragem de se declarar à belíssima donzela Sabrina. Marcos a convenceria a segui-lo e passaria por um local combinado, onde Giovane apareceria e abriria seu coração para ela, acabando de uma vez por todas com isso, do jeito bom, que Giovane sairia com uma namorada e se livraria de sua tristeza ou do modo ruim, que era o que Giovane achava mais provável, onde ele seria completamente rejeitado e jogado à depressão para sempre, porém esquecendo de Sabrina. Nada poderia impedir esse plano de funcionar.
Exceto uma coisa: O esquecimento de Marcos que não conseguiu atrair Sabrina até o local combinado, o que fez com que Giovane saísse vagando pela escola envolto em seus pensamentos, e andando sem parar, para praticar pelo menos de alguma maneira, algum exercício, contudo ao fazer a volta na escola várias e várias vezes, no caminho Giovane se deparava com Sabrina andando com uma amiga e seu namorado, e durante algumas dessas vezes ele pôde ouvir claramente a amiga de Sabrina dizer: " quem quer catar a Sabrina? " Duas vezes na mesma hora em que ele estava passando e ainda ouviu mais uma última vez: " Ela está se doando ". Giovane estava começando a ligar os pontos, tudo começava a fazer sentido em sua cabeça. A vontade dele era alterar o curso de sua caminhada e abrir seu coração a ela, porém se fizesse isso, ele estaria desperdiçando um favor de Marcos, então Giovane Simplesmente continuou sua jornada de volta à sala de aula. Ele estava prestes a descobrir o significado de tudo que aconteceu.
No final daquele dia, Giovane decidiu perguntar à marcos se ele havia se esquecido. E de fato ele havia, no entanto se ofereceu para fazer o mesmo plano no dia seguinte. Giovane concordou.
Terça-feira, 14 de agosto de 2018, nosso protagonista vai para a escola apreensivo pensando em como vai ser, no que ele vai dizer..., mas durante a aula de história, nosso herói percebe que Sabrina estava muito impressionada com o professor novo. Estaria ela realmente afim do professor? Ou seria apenas uma brincadeira? Ele não sabia e isso o deixava apreensivo. Na próxima aula, a de matemática, a professora havia mudado Sabrina de lugar. E coincidentemente, o lugar que ela foi designada era bem perto do lugar de Giovane. Seria esse o destino colaborando mais uma vez para que tudo desse certo em sua vida?
No recreio, tudo estava combinado com Marcos. Só lhe restava sair da sala e seguir com o plano. Acontece que um amigo de nosso protagonista, conhecido pelo codinome Sem Mão, decidiu segui-lo e ver o que aconteceria e como acabaria. Giovane conta o plano à Sem Mão, que fica impressionado e diz que aquele plano era como fazer roleta russa com 5 balas. No entanto, Marcos demorou muito para fazer o plano e quando fez, não fez corretamente: Ele simplesmente disse para Sabrina que Giovane gostaria de conversar separadamente com ela, enquanto nosso protagonista apenas passava por ela e ia direto ao banheiro, pois estava muito tenso. Acaba o intervalo e Giovane se dirige à sala de aula. Na última aula, logo em seguida da de educação física, todos voltam para a sala e se preparam para a aula de matemática e provavelmente a coisa mais inesperada desse livro acontece: Ele pensando na vida como sempre, consegue ouvir Sabrina e Vinícius, um outro colega de sala, discutirem sobre voltar ao lugar anterior deles, e de repente ouve ela dizer que aquele lugar era bom porque ela conseguia ter uma boa vista de uma coisa. Instantaneamente nosso protagonista percebeu que essa "coisa" era nada mais nada menos que ele mesmo, até porque em certo momento dessa conversa ele pôde perceber Vinícius responder: Do G? Que foi logo respondido com uma resposta de Sabrina: Por que você não grita logo de uma vez?! Seguido disso, Vinícius em tom de brincadeira, aumenta levemente sua voz e repete a frase anterior. A teoria das cinco balas de Sem Mão acabara de ser refutada, pois com essas informações, suas chances aumentaram consideravelmente, deixando a arma com apenas uma bala. Estava muito claro para Giovane que Sabrina aparentemente gostava dele, mas não queria que isso fosse exposto. Passado certo tempo da aula, mais uma vez Sabrina diz que é um bom lugar e que ela consegue observar muito bem essa "coisa" e foi respondia por Vinícius: Mas do seu lugar anterior, você também consegue ver. E logo veio a resposta: Sim, mas daqui eu consigo ver mais de perto, logo esse lugar é melhor. Ele sabia que, ou se tratava dele ou de algum de seus amigos que sentavam perto, e estava bem convencido de que se tratava dele. Nesse momento, Giovane estava pulando de alegria por dentro, mas por fora só se via sua expressão mais comum: a de indiferença. Ninguém simplesmente olhando, poderia saber a felicidade que residia dentro de Giovane naquele instante. Ele foi para casa se sentindo renovado e feliz, só não voltou saltitando por motivos de masculinidade. O que aconteceria depois?
No dia seguinte, Giovane não foi para a escola. Ele havia ido ao médico, e como o sistema de saúde do Brasil não é dos melhores, não conseguiu voltar a tempo de ir para a escola. Ainda nesse dia, pela primeira vez ele decide tirar seu bigode e por incrível que pareça, se achou mais bonito e se sentiu deveras confiante em sua jornada. Por volta das 18 horas, conversa por mensagens com seu amigo Sem Mão e lhe conta sobre o que havia descoberto ouvindo aquela conversa, e para desanimar um pouco nosso herói, Sem Mão diz que o "G" mencionado na conversa, poderia ser de Gustavo, outro aluno da mesma sala, mas Giovane prefere acreditar que ela se referia a ele. Logo em seguida, começa a conversar com Marcos, que também fica ciente da situação e diz:
- Ela está brincando com você, cara...
- Não, estou tão confiante que apostaria cinco reais que ela não está brincando!
- Cinco reais? Apostado então! Mas para você ganhar, ela tem de deixar explícito que aceita você. Assim como para eu ganhar, ela deve deixar explícito que rejeita você.
- Claro.
Giovane não possuía cinco reais, nem sabia onde conseguir, mas estava confiante.
16 de agosto de 2018, nosso protagonista aparece na escola e diferentemente do último dia, não parecia tão tenso, parecia até mesmo confiante do que iria fazer. Logo Marcos apareceu:
- Está fechada a aposta de hoje?
- Com certeza!
- Você sabe que vai perder, né?
- Certamente que não, estou tão confiante que nem trouxe o dinheiro, como sinal de que sei que não vou falhar! – Cada frase que nosso protagonista falava, era dita com convicção.
- Se está tão confiante assim, suba a aposta para dez reais!
Giovane pensou por alguns segundos. Ele não tinha esse dinheiro em mãos, mas para mostrar confiança à Marcos e a si mesmo, subiu a aposta.
- Feito!
No instante que disse isso, o sorriso malicioso que habitava o rosto de Marcos fora substituído por uma expressão de espanto. Não podia acreditar que nosso herói estava tão confiante. Porém, durante toda essa conversa na aula, Marcos decide contar à professora de ciências sobre a aposta, e para a surpresa de ambos, ela havia achado uma aposta interessante.
15:30, havia chegado a hora do intervalo, a hora da verdade. Quando pôs o pé para fora da sala de aula, soube que duas coisas importantíssimas estavam em jogo: Seu futuro amoroso e dez reais, que podem não parecer muito, mas na época que o país estava... Ele achava que seria fácil, mas estava muito enganado, pois quando estava fazendo o reconhecimento do melhor lugar para a abordagem, pôde sentir sua perna fraquejar. Depois de dar algumas voltas na escola e consequentemente acabar encontrando com Sabrina no caminho, ele havia achado que estava pronto e quando foi procurar seu alvo em movimento, não o encontrou, no entanto, logo descobriu que ela estava sentada, com sua amiga já mencionada anteriormente. Não havia mais escapatória, teria de se declarar na próxima volta e podia sentir seu coração bater cada vez mais forte ao se aproximar do local. Infelizmente, ao chegar e estar preparado, se depara com mais 4 garotas conversando com Sabrina e sua amiga, o que fez nosso herói alterar o curso e ao invés de parar, acabou seguindo sua trajetória comum. Faria na próxima volta, não importava o que acontecesse, porém, ao chegar novamente e ver que só estavam ela e sua amiga sentadas, não conseguiu. Era como se uma força desconhecida o impedisse.
Bate o sinal para todos voltarem para suas salas de aula e nosso protagonista entra e percebe que teria uma aula vaga, e logo seu lamento em não ter conseguido se declarar, se tornou em forças para tentar agora que não haviam tantas pessoas lá fora. E mais uma vez não conseguiu, até que Sem Mão propõe um desafio: reproduzir um desenho de seu amigo Raul, um cara vidrado em desenhar, e Giovane aceita, pois ficar andando e se lamentando não era a melhor atividade. Chegando onde Raul estava, Sem Mão explica o desafio, porém, por algum motivo Raul pega uma folha e corta em duas, dando uma parte para Sem Mão e outra a si mesmo. Giovane não se importa. Na verdade, parecia não se importar com mais nada depois de ter fracassado em conversar com uma garota. Sem Mão reproduz um desenho de um homem com terno roxo e gravata que Raul havia feito. A única diferença, no entanto, foi que sua reprodução ficou parecendo o cruzamento de um desenho de uma criança sem talento com um feto malformado em um pote com formol. Após isso, aparentemente Sem Mão ficou tão entediado quanto nosso protagonista e decidiu voltar a andar, quando de repente veem Marcos e o namorado da amiga de Sabrina tentando tirar a namorada de Marcos e a amiga de Sabrina de um banco no qual estavam todas sentadas. Giovane pensou que poderia ser Marcos querendo ajudá-lo a conseguir, mas qual seria sua motivação além de perder dinheiro? E eles conseguiram tirar as garotas do banco, deixando Sabrina sozinha, que decidiu levantar e começar a andar, mas nosso herói não pensou em abordá-la, simplesmente não tinha a coragem para isso. E acontece que ele era um cara muito corajoso quando se tratavam de brigas e tudo mais (até enfrentou um bando de garotos que estavam o incomodando uma vez), mas quando se tratava de garotas, ele não sabia o que fazer. Depois disso voltou para a sala a tempo de acompanhar as duas últimas aulas de geografia. Contudo, no final da última aula, Marcos veio conversar com nosso herói:
- E aí cara, cadê meus dez reais?
- Eu não falei com ela, logo não tomei um fora, o que significa que eu ainda fico com meu dinheiro.
- Porra, cara. Qual a dificuldade? É só chegar lá e falar " eu estou afim de você, vamos ficar juntos? " E acabou.
- Se fosse tão fácil assim, eu já teria feito há um ano e oito meses atrás...
- Mas é fácil!
- Não para mim. Me falta coragem.
Então Marcos decide tomar uma abordagem mais agressiva.
- Olha lá a bunda dela como é grande! Você não quer ter isso?
Giovane continuava dizendo que não tinha coragem.
- Olha lá, o cara foi dar tchau para ela e passou a mão na bunda dela! E ela ainda deu risada! Você vai deixar o cara fazer isso com sua futura esposa?
O sangue de Giovane fervia, como se ele mesmo fosse explodir a qualquer momento, mas ele era um cara calmo e conseguiu se manter normalmente apenas dizendo " calma e tranquilidade " a si mesmo enquanto Marcos dizia:
- Se amanhã você não conseguir, você vai ter de dizer para todo mundo que você é um merda e eu sou superior!
- Okay, já me considero um merda normalmente...
Mas aquela conversa lhe deu forças para o que ele faria no dia seguinte.
Dia 17 de agosto de 2018, nosso herói está prestes a sair de casa, enquanto seu pai assistia tevê, e de relance, pôde ver a notícia mais bizarra que já havia visto em toda a sua vida: " Homem-Aranha do crime " que aparentemente era um ladrão que escalava prédios tão bem que recebeu esse nome.
Chegando na escola, pronto para fazer um trabalho de artes, acaba descobrindo que haveria outra aula vaga, já que sua professora tinha faltado, o que o deixou feliz e enraivecido. Quando já havia saído da sala e estava andando pela escola, começa a falar com Sem Mão desse livro que está sendo escrito agora mesmo.
- Vai ter muita coisa nesse livro!
- Essa conversa também?
- Provavelmente, já que eu vou colocar qualquer coisa que pareça insignificante o suficiente no lugar de alguma informação que seria crucial, ou seja, essa conversa vai direto para ele.
- Bem, isso não seria meio que...
- Um Inseption muito foda!
- Eu ia dizer quebra da quarta parede, mas Inseption também está valendo.
- Não é bem uma quebra da quarta parede. Eu só estaria fazendo isso se eu dissesse: " Ei, você aí que está lendo esse livro, como é que você está? "
- É, realmente...
Ao andar, se deparava algumas vezes com Sabrina andando com Marcos e outra pessoa não apresentada anteriormente: Kauã. Em algum momento, Marcos tentou parar Giovane o empurrando e lembrando que ele tinha de concluir sua tarefa naquele dia, ou então seria um fracassado.
- Você tem até hoje para conseguir.
- Veja bem, meu amigo, até a meia-noite ainda é hoje.
E essa foi uma sacada bem esperta, tenho que admitir. Enfim, nosso protagonista continuou andando um pouco até que...
- Giovane! Chega aqui! – Disse Marcos aos berros sentado em um local perto de uma árvore.
- Porra... – Disse Giovane.
E foi andando até chegar a ele.
- Que foi, cara? – Perguntou em tom de desânimo.
Eu preciso que você tire uma foto.
" Uma foto? " Pensou Giovane, achando que poderia ter um esquema armado por Marcos.
- Ok, vamos lá!
E foram caminhando em direção à uma outra parte da escola. Quando chegaram, nosso herói se pôs em posição e segurando o celular de Marcos, estava pronto para fotografar. Enquanto olhava para a tela do celular, podia ver Sabrina e sua beleza, ao mesmo tempo que pensava " Caralho, eu sou um merda meu irmão! " E tirou a foto. No entanto, o que não sabia, é que quando já ia se retirando do local, Marcos o chamou e disse:
- Não, cara. A gente só quer que pegue essa parte da parede.
- Ah, ok.
E novamente estava em posição observando Sabrina pela câmera, e logo tirou outra foto. E dessa vez, conseguiu voltar à sua rota sem ser chamado mais uma vez. Andava e andava, sem rumo, sem destino, sem coragem, quando com sua super audição pôde ouvir Sabrina discutindo com Marcos, atrás dele.
Ouvindo isso, ela decide desafiar Marcos para uma briga, e ele logo se acovarda. Como Giovane, ele não tinha coragem. Quanta hipocrisia, não é mesmo, caro leitor? No entanto, ele logo teve uma ideia.
- Vai lá e usa essa raiva no Giovane!
E Giovane continuava andando na frente apenas ouvindo essa conversa, quando foi chamado.
- Giovane! Chega aqui!
E lá ele foi conversar com ele.
- O que foi dessa vez?
- A Sabrina quer te dar um soco.
Mas ela não queria.
- Não, eu não vou! – Disse ela.
- Por que não? – Perguntou Marcos
- Porque eu estou com raiva de você, não dele!
Mas depois dessa breve conversa, Giovane notou um olhar de Sabrina dirigido ao nosso herói. Sabrina realmente teria olhado para ele da forma que imaginava? Ou só estava ficando louco? Descobriria tudo isso em breve...
Dia 18 de agosto de 2018, sábado, por volta das 22:30 da noite Giovane é contatado por Marcos com uma mensagem:
- E aí, cara?
- Opa.
- Tudo beleza, cara?
- Tudo de boa.
- Então, cara... eu acho que você perdeu a aposta.
- Não, pois a aposta não tinha prazo. A única coisa que tinha prazo era eu dizer que sou um merda e a sexta já passou, então você foi enganado...
- Aí é que está, meu amigo quem está se enganando é você mesmo. O único que está sofrendo por amor é você.
- Sim, mas ainda assim, a cada dia minha coragem vai aumentando...
- Não se iluda meu pobre amigo. Esse seu coração não merece sofrer!
- Eu estou apenas contando os fatos.
- Não ame aquela garota, ela não merece você.
- Se fosse tão fácil assim... E você não vai me fazer desistir, porque sou brasileiro e brasileiro não desiste nunca!
- Entendo, apenas não quero que sofra por algo que não tem futuro.
- Eu já sofri para caralho, eu tentar isso não vai aumentar a dor que eu sinto por não estar ao lado dela.
- Você realmente quer isso, não quer?
- Sim, porra!
- Para que você possa ver que eu não estou mentindo. Eu nunca disse isso para você, porém... eu realmente não tenho nada para fazer.
- Etcha porra!
- Sim, essa foi a única palavra que você nunca me ouviu dizer.
- E qual seria? – Perguntou Giovane apenas para ver Marcos admitindo que estava tão perdido quanto ele.
- Eu não sei o que fazer.
- Ca ra lhou.
- Por conta dela, não tem muito o que fazer.
- Isso mostra que é um caso absurdamente difícil.
- Sim, porém não impossível.
- Até porque nada é impossível, exceto o Palmeiras ganhar um Mundial. Isso é impossível.
- Kkk verdade. Como eu já vi que você não vai desistir da Sabrina...
- Certamente que não.
- Eu vou pelo menos tentar ajudar.
- Que bondoso.
- Porém, como nada na vida é perfeito, eu vou usar minhas técnicas...
- Caralho. Tenho trauma dessas técnicas.
- Pode apostar! Até porque, eu aprimorei elas...
- Acho bom mesmo, kkk
- Porém não foi para um lado bom! Foi para um lado mais extremo.
- Puta merda.
- Eu já pensei no que vou fazer. Funciona muito em filmes e novelas.
- Diga-me.
- Vou trancar vocês dois, em algum lugar sozinho.
- Caralho. – Giovane já sabia que aquele plano não iria funcionar, porém decidiu ouvir até o fim.
- Vai ser perfeito. Você vai ver, aí é por sua conta. Na verdade, a parte mais difícil sempre vai ser para você.
- Eu estou com um certo medo do que pode acontecer.
- Ela pode falar tudo que sente por você, ou ela pode ficar de fato com você.
- Ou pode não acontecer nada.
Depois de um tempo de conversa Marcos se convenceu de que seu plano não era dos melhores. Até que disse:
- Eu te ajudo e você me ajuda. Eu te ensino o que sei, e você o que sabe...
- O que exatamente você precisa?
- Eu quero saber como você pensa tanto e quero saber como você é tão concentrado, etc....
- Caralho, sério?
- Sim.
- Ok, aqui vai. Não tem segredo: Você só tem que pensar que sua vida dependesse daquilo. Mas, o lance de ser pensativo, acho que é porque eu não tenho muito o que fazer, apenas pensar.
- Ótimo!
- Espero ter ajudado.
- Ajudou sim, muito obrigado. Agora o que você precisa?
- Fora o lance da Sabrina, nada.
- A melhor opção seria chegar nela em alguma hora em que ela estivesse sozinha ou falar que é uma conversa em particular.
- Sim, o lance é que eu preciso de coragem.
- Quer saber, você transmite confiança. Algo que eu queria muito transmitir.
- Só reprimir suas emoções e mostrar nos momentos mais cruciais.
- Como assim?
- Você nunca sabe se eu estou feliz ou triste, certo?
- Certo.
- Mas as minhas emoções mudam. Tudo que eu faço é mostrar o que eu quero que os outros vejam: A minha cara de indiferença de sempre.
- Porra.
- É basicamente só isso.
- Valeu, cara.
- Você me ajuda muito, estou retribuindo.
- Muito obrigado. Mesmo, cara.
- Não há de quê.
Dia 19 de agosto de 2018, Marcos envia uma mensagem por volta das 21:00 para Giovane:
- Cara, estamos na mesma situação. Eu me apaixonei e ela não dá bola para mim. Fudeu, eu me apaixonei. Isso não é natural no universo.
- Vamos conversar.
- Fudeu.
- Você se fodeu.
- Sim, Fudeu. Eu me apaixonei e isso não é normal da porra da natureza! Eu sou Marcos Ribeiro, não posso me apaixonar!
- Agora sente o que eu sinto há quase dois anos. Não é fácil quando é com você, né?
- Literalmente não. Mano, ela é maravilhosa e não me dá bola. Nem com meus truques e experiência não consigo.
- Você sabe que se eu conseguir ficar com a Sabrina e você não pegar essa mina, o mundo deu uma puta volta.
- Sim.
- Algo de errado não está certo.
- Nem um pouco. Mas, mano ela é perfeita! Pensa na Sabrina e multiplica por 20.
- Impossível!
- Juro.
- Para mim não existe nenhuma garota na face da terra que se compare à beleza da Sabrina. Acho que o amor faz isso...
- Mano, Fudeu. Eu me apaixonei. Pera aí...
- Eu poderia ser muito cuzão e não ajudar, mas você tentou me ajudar, então farei o que puder.
- Pronto. Não sou mais apaixonado.
O amor não é brincadeira de criança, é coisa séria e não se livra do amor tão rapidamente. E Giovane sabia disso, então ou Marcos não estava apaixonado desde o início, ou ainda estava apaixonado ou talvez estivesse inventando tudo aquilo.
- Ata kkk.
- Sério, passou. Eu me controlei.
- O amor vai e vem como uma montanha-russa.
- Não. Não comigo.
E foi então que nosso herói se preparou para fazer um dos melhores discursos de todos os tempos.
- Você pode ter esquecido agora, mas vai pensar nela de novo. E aí fodeu. Mas, se tem uma coisa que eu aprendi é que você tem que insistir...
- Não. Foda-se.
- ... até não ter mais forças. Você não vai esquece-la, apenas aceite o destino. Se você não tentar, alguém vai e você vai ficar muito arrependido. Então você não vai desistir, porra! Logo você, o cara que me incentivou a correr atrás da Sabrina, não pode simplesmente desistir. Essa pode ser a mulher da sua vida, então você teria que ser muito burro para deixar de tentar. E é por isso que você vai correr atrás dela.
Esse foi um puta discurso. Foi tão bom que parece que foi redirecionado a si mesmo e deu forças para ele fazer o que faria amanhã.
Dia 20 de agosto de 2018. O que nosso herói fez? Nada! Até tentaria falar com Sabrina, mas o problema é que não a via. Ficou todo depressivo por passar mais um dia sem conseguir e foi para casa. Chegando lá, sente uma certa fome e decide fazer uma omelete. Uma coisa que deve ser dita anteriormente, é que independente de quanta pimenta do reino colocasse, não conseguia sentir a picância que deveria. Fazendo a omelete, coloca pimenta do reino e seus dedos ficam sujos. Logo vem seu pai, com uma má intenção.
- Lambe a pimenta aí para você ver que não arde quase nada.
Giovane confiava em seu pai então provou e por um segundo pensou " nossa, não arde mesmo ", mas estava muito enganado e arrependido, pois depois de dizer isso, pôde sentir sua língua queimando como carvão em brasas, então pensou " vou tomar um copo de leite e estará tudo resolvido ", acontece que no momento a caixa de leite que estava na geladeira, havia acabado e Giovane teve que esperar cerca de trinta segundos de pura dor e sofrimento até conseguir abrir outra caixa de leite.
Esse pequeno conto não interfere em nada nossa história, mas achei que deveria ser compartilhado.
Quinta-feira, 23 de agosto de 2018. Nosso herói já está na escola durante a terceira aula, esperando o sinal para o intervalo. Ao ouvi-lo, Giovane, como sempre, começa a andar em voltas, porém, mais uma vez se depara com Sabrina, mas dessa vez ela não está andando, e sim parada com algumas garotas, o que eliminava completamente a possibilidade de tentar fazer seu plano, então apenas segue seu caminho. Voltando para a sala, ele não sabia, mas sua vida que já era depressiva, estava prestes a ficar pelo menos três vezes pior, por um tempo. Ao entrar e sentar em sua cadeira, pôde ouvir Yasmin, sua prima, dizer claramente que era um cupido, logo em seguida Sabrina conversa com alguém que ele não conseguira identificar, mas ouve a seguinte frase durante a conversa " Eu virei e dei um beijo na mina ". Naquele momento, não sabia o que fazer. Seus olhos começaram a lacrimejar como se estivesse cortando um milhão de cebolas enquanto um anão tailandês chicoteava suas costas. Sentiu que todo o sentido de sua vida havia acabado, sentiu-se como se o chão que estava aos seus pés havia desabado. Para esconder sua tristeza de todos e de si mesmo, Giovane adotou um comportamento bem agressivo, mas enquanto conversava com Marcos ouviu-o dizer:
- Vamos fazer uma aposta amanhã. Tipo os gringos jogam pôquer e apostam salgadinho essas coisas, já a gente que é fudido aposta bala. A gente poderia, sei lá, jogar algum jogo de azar tipo pôquer, truco...
- Eu toparia um truco. – Disse nosso protagonista.
- Ok, então amanhã todo mundo traz bala para apostar e a gente joga um truco.
Chegando em casa, de noite, Giovane decide contar a seus amigos sobre o motivo de ter ficado tão furioso a partir do intervalo, exceto por uma parte que ele não conseguia parar de rir como se fosse um retardado " Bebidas Xabás ". E ao contar para Semeão, ele recebe um discurso motivacional quase tão bom quanto o que havia feito para Marcos.
- Giovane, sabe o que você precisa?
- O que?
- TVNC
- Wtf?
- Tomar vergonha na cara.
- Porra, semeon.
- Criar coragem e ir.
- Sim. Só preciso do meu bigode, ele me transmite segurança.
- Não deixe que coloquem o dedo na sua cara e digam quem você é!
- Minha autoestima começou a subir...
- Virou mó conversa motivacionap. Maldito correto. R.
- Maldito analfabetismo!
- Cara, você é o cara!
- É bizarro que eu nunca pensei que não conseguiria por falta de coragem, mas sim por rejeição.
- Você vai conseguir. Se tiver a lábia mais do que perfeita, você é imbatível!
- Sim, eu só preciso chegar nela.
- E puxar um bom papo.
- Com puxar um papo, você deve saber que eu vou chegar fazendo a proposta.
- Hum, é mesmo?
- Se a porra do Marcos tivesse seguido o plano...
- Então quando você chegar nela, já sabe...
- Agora tenho que ir.
- Vou recobrar o favor do Marcos, mas falous.
- O Kauã está mandando eu jogar com ele.
- Olha só, escravatura, mas falous.
Naquele mesmo dia, ele cobrou o favor e Marcos concordou em ajudar.
Dia 24 de agosto de 2018, na escola durante a primeira aula que deveria ser de artes, mais uma vez é uma aula vaga. Ao andar com Sem Mão e Raul, como sempre nosso herói se depara com Sabrina sentada com algumas amigas. Dando algumas voltas, durante uma delas, ao passar pelo grupo de garotas, nosso protagonista consegue ver claramente Sabrina olhar diretamente para ele por cerca de três segundos. E não era qualquer olhar, era um olhar tão certeiro que não havia a possibilidade de ela estar olhando para algum outro lugar. Esse fator somado às informações que Giovane havia conseguido ouvir ao longo do tempo, lhe dava uma chance de 99% de Sabrina estar afim dele.
Feliz para cacete, depois que a aula vaga acaba, volta para a sala e vai fazendo as lições até chegar a última aula de geografia. Todos haviam se lembrado do que Marcos havia combinado sobre o truco. Mas ninguém trouxe um baralho.
Depois de tudo isso, com sua confiança, nosso herói faz uma das coisas que mais se arrependeria em sua vida, ele decide aumentar a aposta que havia feito com Marcos para 20 reais. Se ele conseguisse, seria ótimo ganhar esse dinheiro, mas Giovane não pensou no caso de não ganhar a aposta, pois estava cego pela ganância do dinheiro fácil. Marcos aceita a proposta e dessa vez foi mais esperto por ter colocado um prazo de dois dias na aposta.
Durante alguns dias, nada de tão importante acontece que deva ser mencionado nesse livro. Isso até o dia 30 de agosto de 2018...
Giovane decide que pediria Sabrina em namoro durante o recreio, mas para isso precisaria da ajuda de Marcos, que concordou em ajudar depois de certas negociações.
É chegado o intervalo e a tensão estava subindo, até porque agora além de Sabrina, 20 reais estavam em jogo, e nosso herói não tinha nem perto disso...
Giovane anda durante o recreio procurando Marcos e acaba o encontrando.
- Então, cara... agora seria uma ótima hora para aquela ajuda...- Disse nosso protagonista.
- Ah, sim claro, claro... A gente só precisa encontrar a Sabrina...
E lá se vão Marcos, Giovane e Thiago (Não o Sem Mão) procurando a garota. Até que Marcos tem uma genial ideia (sem sarcasmo).
- Giovane, faz o seguinte: fica ali na árvore que eu vou ver se eu encontro ela e chamo-a aqui.
Nosso herói concordou com a cabeça e foi se dirigindo à árvore. Chegando lá, não parava de pensar o que iria dizer, até que de relance, consegue ver Marcos caminhando com Sabrina em sua direção. Eles haviam chegado.
- Então, o Giovane tem um negócio para te falar...
"É agora", pensava Giovane. Não havia mais escapatória.
- É então, é sobre o lance que eu ia falar ontem... Sabrina eu sou absurdamente afim de você, e você sabe disso, então... quer namorar comigo?
- Então... no momento eu não estou disponível..., mas se quiser a amizade, estamos aí.
Ele se sentia arrasado, detonado, zuado, fudido, quebrado.
Aquelas palavras ecoaram na cabeça de Giovane, que agradeceu a Sabrina por ter cedido seu tempo e foi embora andando. Por incrível que pareça, ele se sentia libertado. Triste, porém, libertado.
E nossa história termina aqui com um final não tão feliz(ou será que não?).
E com essa finalização, eu agradeço por ter tirado um tempo do seu dia para ler isso.
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2019.08.07 15:50 lanaSouza “Bullying “nas relações conjugais - palavras que machucam!

Artigo publicado há 5 ANOS no JusBrasil , pela própria autora deste Blog, mas com antigo perfil do Jus (sucesso por lá, editado aqui pelas alterações da Maria da Penha em 2019)
Há alguns anos, poucos após a entrada em vigor da Lei Maria da Penha(11.340/2006), uma senhora me procurou, em meu antigo escritório em Cuiabá, para contar o que se passava consigo, na verdade, com o seu relacionamento conjugal.Dizia ela estar casada havia 3 anos e meio e há muito já não sabia o que era ouvir uma palavra carinhosa do marido, ao contrário disso, só ouvia frases depreciativas à respeito de sua aparência, suas vestes, sua inteligência, sua formação profissional, etc.
*Este texto está disponível também AQUI
Aliás, ela não sabia dizer se algum dia teria ouvido um elogio do marido sobre algo relacionado a ela, mesmo antes de casarem.
A senhora em questão havia me procurado para saber se tinha algo que ela pudesse fazer acerca do assunto, uma vez que também considerava aquilo como um tipo de violência doméstica. Ela estava certa. A violência porquê passava no dia a dia, dentro do lar, é considerada pela Lei 11.340/2006 como sendo Violência Psicológica, e vem prescrita nos artigos 5º “caput” e 7º, inciso II da referida Lei.
Art. 5o Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: (Vide Lei complementar nº 150 de 2015);
Art. 7o São formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, entre outras:
(…)
II - a violência psicológica, entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da auto-estima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante, perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à autodeterminação.
Hoje (2019), entretanto, a antiga Lei já conta com as mudanças acrescentadas pela Lei 13.827/2019, com as seguintes alterações:
Art. 2º O Capítulo III do Título III da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescido do seguinte art. 12-C:
“Art. 12-C. Verificada a existência de risco atual ou iminente à vida ou à integridade física da mulher em situação de violência doméstica e familiar, ou de seus dependentes, o agressor será imediatamente afastado do lar, domicílio ou local de convivência com a ofendida:I - pela autoridade judicial;II - pelo delegado de polícia, quando o Município não for sede de comarca; ouIII - pelo policial, quando o Município não for sede de comarca e não houver delegado disponível no momento da denúncia.
§ 1º Nas hipóteses dos incisos II e III do caput deste artigo, o juiz será comunicado no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas e decidirá, em igual prazo, sobre a manutenção ou a revogação da medida aplicada, devendo dar ciência ao Ministério Público concomitantemente.
§ 2º Nos casos de risco à integridade física da ofendida ou à efetividade da medida protetiva de urgência, não será concedida liberdade provisória ao preso.”
Art. 3º A Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescida do seguinte art. 38-A:
“Art. 38-A. O juiz competente providenciará o registro da medida protetiva de urgência.
Parágrafo único. As medidas protetivas de urgência serão registradas em banco de dados mantido e regulamentado pelo Conselho Nacional de Justiça, garantido o acesso do Ministério Público, da Defensoria Pública e dos órgãos de segurança pública e de assistência social, com vistas à fiscalização e à efetividade das medidas protetivas.”
Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 13 de maio de 2019; 198o da Independência e 131o da República. JAIR MESSIAS BOLSONARODamares Regina Alves
A violência em questão é quase tão grave quanto a física, podendo ser inclusive pior, vai depender do “estado emocional” de cada mulher e da constância da agressão!A pessoa da história acima passou a sofrer depressão com o decorrer do tempo. Frequentava o psiquiatra e tomava remédios controlados; não conseguia mais trabalhar e fazer as atividades da casa como antes pois vivia mais acamada do que disposta.
Engordou, deixou de fazer coisas que antes gostava, coisas normais e consideradas necessárias para uma mulher como: pintar as unhas, depilar-se, fazer exercícios, ir ao cinema, falar e encontrar com amigas e parentes; isolou-se em seu mundo – passou a ser tão“agressiva” com os demais que acredita ter se igualado ao agressor (marido); a vida dentro de casa transformou-se em “elogios” mútuos.
De pessoa “doce”, carinhosa, gentil e amável, em especial com os romances que já havia tido anteriormente, passou a ser amarga e tratar esse companheiro da mesma forma que ele a tratava pois, segundo ela, “é dando que se recebe”; “quem oferece flores receberá flores, mas quem só dá espinhos é isso que conseguirá” (palavras dela). No entanto, quanto mais agressiva (com palavras) se tornava, mas culpada e infeliz, vivia!O que fiz por essa senhora?
A Lei ainda era considerada “experimental”, estava em vigor há pouco mais de um ano, todavia era novidade, inclusive em se tratando de violência psicológica – no que tive de estudar o assunto para dar uma melhor resposta. Acredito que ela somente aguardou a resposta porque eu era indicação de uma amiga sua.
Diz ela que contar o caso que se passava em sua vida já era difícil e vergonhoso por demais para me contar, sair relatando a dois ou três Advogados era impossível.Assim fui “estudar” a lei mais a fundo para saber se o caso dela haveria solução.Percebi que, pelo fato de NÃO estar disposta à separação, nem tinha vontade de vê-lo preso, pois era ele quem mantinha a casa com o “bom salário” que recebia; (estava desempregada) e, na época sem condições psicológicas para tal; não haveria muito o que fazer a não ser indicar acompanhamento psicológico para ele também – até porque, como já dito, a lei era muito nova e não havia precedentes ou algo que se pudesse valer como “exemplo” para resolver a situação.Acredito que minha explicação não lhe tenha caído muito bem, pois ela insistia que àquilo era crime, já que havia lido a lei antes de ir me consultar. Um tipo difícil de cliente, pois acha que sabe tudo; não aceita conclusões e explicações que não seja do agrado. Mas qual seria a resposta que ela gostaria de ouvir se não queria se separar do marido nem vê-lo preso?- Já não sei, nunca entendi!Só sei que se a vida dela não estava fácil, a minha também não ficou nada agradável depois dessa consulta. Essa senhora estava muito impaciente, amarga e intolerante. Chorava com facilidade e perdia a paciência por qualquer coisa.
Realmente estava doente devido ao relacionamento perturbado que tinha com o marido, segundo ela, já tinha até pensamentos suicidas. Confesso que fiquei atormentada por não “conseguir” fazer nada.O esposo dessa cliente transformou a vida dela num inferno ao se aproveitar de sua fragilidade e dependência econômica!Chamá-la de preguiçosa, burra, gorda e inútil era comum, isso fez com que a auto estima dela se perdesse por completo. Era por isso que não desejava a separação, acreditava que não encontraria mais ninguém e muito menos um emprego para seguir vivendo – ele fazia questão de dizer, também, que ninguém a iria querer.
A atitude dele parecia a de um sádico; só se sentia feliz quando a fazia chorar – muitas vezes chegou a pensar que ele poderia ser um psicopata, já que não sentia nada por ela, nem por ninguém; totalmente desalmado e descompassivo – o pior de tudo é que ele deixava claro que gostava de ser assim!O relato que acabo de transcrever é bastante comum. Acredito que hoje a facilidade em lidar com tais situações é bem maior que há 13 (doze) anos, quando essa senhora me procurou.
Hoje existem delegacias especializadas em defesa da mulher em qualquer cidade, há ajuda psicológica oferecida pelo próprio Estado e apoio incondicional à mulher vítima de qualquer violência que venha descrita no artigo 7º da Lei Maria da Penha, e as alterações inseridas pela nova Lei (a de 2019 - citada acima).Um dos motivos que me fez recordar dessa infeliz Senhora foi a leitura de um artigo publicado na revista Marie Clarie de outubro de 2014, que entrevistou a Psicóloga Adelma Pimentel sobre o lançamento do livro em que é autora, denominado“Violência Psicológica nas relações conjugais” (da Summus Editorial).A obra fala do efeito devastador que uma violência desse gênero poderá acarretar nas relações conjugais.Preferi, no entanto, nomear este artigo como “Bullying” nas relações conjugais, pois a violência psicológica é partida, quase sempre, de um membro que se acha superior direcionada a outro que se encontra, segundo quem pratica, em relação de inferioridade.

Veja o que diz o artigo da Marie Claire:

Protegida pelo silêncio, incorporada aos costumes, herança da cultura patriarcal, ela se instala nos lares desde muito cedo, levando os casais a estabelecer relações pobres e, muitas vezes, doentias.
Estudiosa do assunto e militante da causa da prevenção e da erradicação da violência, Adelma apresenta um retrato dos embates psicológicos que acometem parceiros das mais diversas origens e classes sociais. No livro, ela faz uma análise profunda sobre o tema, propõe a nutrição psicológica de cada membro do casal para que diminuam os conflitos e oferece elementos indicativos para romper o ciclo de violência e restabelecer os vínculos afetivos do casal.Apesar da grande incidência nas relações conjugais, a agressão geralmente não é reconhecida pelos cônjuges, sobretudo pela mulher. Entre suas manifestações estão o deboche, a humilhação e o isolamento.
Na avaliação da psicóloga, famílias são organizações complexas, dialéticas e ambíguas. Campo de diversos choques, ódios e de trânsito voraz de rápidas, variadas e múltiplas emoções que podem coexistir no mesmo dia, conforme os atores e seus atos. “Dentro delas, os embates atravessados pela violência psicológica podem contribuir para forjar casamentos precipitados, uniões estáveis e até mesmo namoros que perpetuam o círculo vicioso de aprisionamento dos sujeitos”, complementa.
Num mundo totalmente reconfigurado, em que os papéis de gênero sofrem mudanças a cada dia, o livro é um referencial para discutir antigos modelos familiares e novos caminhos de expressão, baseados no autoconceito, na autoestima e na autoimagem nutridos psicologicamente desde a infância. “O objetivo é cooperar com os esforços coletivos para atualizar e renovar nossa humanidade, tão fragilizada pela supressão de valores éticos”, afirma a autora. Para ela, o diálogo é o nutriente imprescindível de uma relação afetiva amorosa. Ele é mediador do fortalecimento dos vínculos e do não enraizamento das violências privadas, sobretudo a psicológica.
Fonte: gruposummus. Com por Marie Claire
Autoria /Comentários: Elane F. De Souza OAB-CE 27.340-B
Foto/Créditos: pixabay grátis *Às vezes, como no caso apresentado, a única solução viável é o Divórcio; aproveito para indicar um sistema online, EFICAZ e mais barato do Brasil para se divorciar (funciona para ambos os sexos e quaisquer outra forma de relacionamento conjugal homossexual).
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2019.06.19 01:28 zedoidous Putin é o psicanalista da guerra.

https://www.facebook.com/100029259008065/posts/200112817640684/?sfnsn=mo
O que fez o grupo Globo admitir em editorial do jornal O GLOBO, que há um complô para destruir a Lava Jato e ainda apontou para a esquerda corrupta e para membros de direita que não aceitam perder as regalias? Eu gostaria de poder escrever de forma bem clara, mas vou bancar a bem educada porque meus textos vão muito longe, então vocês ressignifiquem a frase que escreverei entre aspas: "A Globo sentiu o membro rígido do Putin dando aquela cutucada marota nos países baixos." Se é ruim com o "opressor" Bolsonaro que aceita sem reagir a todas as bobagens que a imprensa e artistas daquela casa já falaram sobre ele, imaginem com a interferência direta da mão de ferro mais poderosa que temos no governo mundial? Os simpáticos socialistas brasileiros brincam com o perigo sem ter muita ideia do que significaria termos hoje a esquerda no poder. Vou dar uns exemplos para me fazer entender. Por que não se alcança a paz no Oriente Médio? Porque eles usam a cultura e a educação das escolas e de casa, para contarem as velhas histórias de quanto o povo vizinho merece ser odiado e mesmo perdendo filhos para a guerra, os pais continuam ensinando que a paz não deve chegar porque o inimigo não merece perdão. Mas não pensem que é só uma questão de cegueira ideológica, fanatismo religioso e disputa de território que os fazem agir desta forma repetitiva e perigosa, sempre que a tensão aumenta por lá, adivinha com quem os reis foram se aconselhar? Ninguém entra em guerra sem antes conversar com Vladimir Putin, ele é o psicólogo que oferece "bons conselhos", colocando Ocidente contra o Oriente e Judeus contra os árabes, para que naquele universo de caos a Rússia tenha mercado para vender armas e dê comida e remédios em troca dos barris de petróleo. É tanto poder que ele conseguiu fazer um acordo com a Arábia Saudita para que eles reduzissem a produção de petróleo e a Rússia não perdesse espaço na exportação! Que Rei bonzinho né? Em matéria do Jornal Gazeta do Povo Malik Dahlan, professor saudita de direito internacional e de política pública na Universidade Queen Mary de Londres, explica: "Putin está trabalhando como o psicanalista da região. Os russos estão felizes em ouvir todos os lados, e qualquer um que queira falar, eles ficam felizes em ouvir". Ainda na matéria: "O emir do Qatar inesperadamente voou para Moscou para se encontrar com Putin na véspera de sua visita a Washington. O príncipe herdeiro de Abu Dhabi, um aliado próximo dos EUA, recusou um convite para Washington, mas viajou a Moscou em junho, sua sétima viagem em cinco anos, e assinou um acordo de "parceria estratégica" com Putin. O presidente do Egito, Abdul Fatah Khalil Al-Sisi, fez sua quarta visita a Moscou - comparado a apenas uma à Washington - e também assinou um acordo de parceria estratégica com Putin, marcando uma mudança significativa de um aliado americano em direção à Rússia." E para aproximar os exemplos, adivinha para quem Nicolás Maduro, presidente da destruída Venezuela, passou o direito da exploração do petróleo venezuelano? E nos bancos de qual país os membros desse governo transferiram seus bilhões? Os autoritários amam e confiam no senhor das guerras, Putin, porque ele é quem comanda a produção de armas que mantém os conflitos acesos e conosco não será diferente, nós também temos muito petróleo... Aí vai a Debi & Loid brasileiras fazer visita na Rússia pra pedir conselhos e fazer "acordos de cooperação"! E tem coisa pior: Têm brasileiro aplaudindo a interferência russa na nossa política e a chegada dos espiões russos por aqui, mas são os mesmos que reclamam da parceria do Brasil com os EUA que permitiu anericanos entrarem com mais facilidade em território nacional! Controversos ou inocentes? Quem aplaude não entende uma vírgula de geopolítica, não entendem história mundial e muito menos têm noção da riqueza do próprio país, aí fica difícil explicar o quão perigoso é esse namoro de brasileiros desinformados e mal intencionados com o presidente russo. Vocês não existem para ele, você e eu somos apenas um barril de petróleo para aquele homem, a diferença é que eu sei disso...
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2019.05.06 10:17 The-Old-Onee Meu primeiro relacionamento

A história do meu primeiro relacionamento foi algo que me marcou por um bom tempo. Até hoje, talvez.
Essa história pode não interessar muitas pessoas, mas aos que se interessarem, sejam bem vindos.
Tudo começou aos 6 anos de idade. Por isso, não esperem bastante maturidade vinda de mim. Na época em questão, eu havia acabado de me mudar com a minha família, e tinha entrado em uma escola pública. Foi nessa escola que encontrei a garota que viria a gostar.
Eu sempre vi muitas garotas bonitas em minha vida, mas nunca prestei muita atenção nelas, entretanto, algo me chamou atenção nessa garota. A propósito, pensei que poderia ser a sua beleza, mas isso não faria sentido por conta do fato anterior.
Sem nem mesmo conhecer um pingo de sua personalidade, eu acabei tendo a segunda paixão da minha vida, mais forte que a primeira.
Primeiramente, devo admitir que eu ficava muito sem jeito perto dela. Por isso, me impressionei comigo mesmo sobre como consegui pedir o seu telefone. As conversas eram inocentes, foçadas no meu herói de infância: Sonic.
Por favor, não ria.
Tive a sorte de descobrir que ela também era fã do Sonic, e isso unia as nossas conversas. Sem contar as minhas piadas sem-graça que sempre arrancavam um riso dela.
Depois de um tempo, as conversas terminaram. Não pude ligar para ela por um tempo, e logo perdi o seu número de telefone. Tímido, com vergonha de pedir novamente seu numero, aquela foi a última vez que eu conversei com ela no Ensino Fundamental.
Da segunda até a quarta série, eu estive gostando dela. Observando-a de canto, escrevendo seu nome em minhas coisas, imaginando um futuro promissor, até mesmo sendo motivado a ir para a escola simplesmente para ver o seu rosto. Uma criança apaixonada.
E com um óbvio mas bem escondido ciúmes quando rumores (falsos, no caso) de que ela namorava com o garoto mais inteligente da sala, começaram a surgir.
Eu, parabenizei ela por isso, mas amaldiçoei o garoto milhares de vezes, por dentro.
É uma das últimas vezes que lembro de ter dito algo para ela.
Quando passei para a quinta série, a escola escolheu uma nova escola da qual frequentaríamos, pois não tinha recursos para ter uma quinta série e além.
Fomos para a mesma escola.
Mas nada mudou, ficamos em salas diferentes. Nenhum dos meus amigos estavam ali, e para piorar, pelo meu jeito, passei a sofrer ofensas por outros colegas, das quais nunca me fizeram bem.
Ali, minha autoestima desmoronou completamente.
Eu sempre via ela algumas vezes, andando pelo pátio com os amigos, e talvez uma coisa que nunca cessou, foi minha paixão por ela.
Me lembro de um dia estar num evento de Festa Junina na escola. Cheguei cedo com a minha mãe, sentei em um banco no meio da praça, e ela sentou um pouco à frente. Queria falar com ela, mas nunca soube como começar.
Quando notei, ela se juntou com seus amigos, a conversa nunca aconteceu. Mas teria mudado algo afinal?
No meio daquele ano, eu me mudei mais uma vez. Dessa vez, fui para longe. Agradeci, nunca mais iria ver os retardados dos meus colegas, e como minhas notas eram baixas, não tinha o que perder.
Um dia, então, bem longe dela, passei a usar o Facebook. E por coincidência, encontrei o Facebook dela. Adicionei, e foi ali que a magia passou à acontecer.
Inicialmente, não me lembro de como ocorreu a primeira conversa, mas devo ter me apresentado, para ver se ela se lembraria de mim. Uma coisa que memorizo, entretanto, eram as sensações estranhas na minha barriga.
Eu devia ter o que? 9 ou 10 anos?
Fomos conversando, até chegar o dia da qual disse para ela como me sentia. Praticamente, disse que gostava dela. Nosso relacionamento nunca piorou, mas também não melhorou.
(Ps: uma das coisas que devo ressaltar, é que eu basicamente tinha medo da forma que ela reagiria. Por isso, nunca me declarei pessoalmente. Maldita covardia!)
Eu tentava sempre agir como um bom amigo. Tentava dar conselhos - me colocando no lugar dela - sempre tentava diverti-lá, no caso, sempre tentando encontrar um jeito de conquistar ela, até o dia que ela também passasse a gostar de mim.
Eu tentei ser o cara perfeito. Se eu consegui? Eu não faço a mínima ideia.
O tempo passou, e ela passou a ficar com outras pessoas. Quando ela ficava mal, eu sempre tentava animar ela. O ciúmes não era algo tão presente, pois no caso, eu só ficava interessado no bem-estar dela. Seus namorados eram um detalhe que eu procurava esquecer.
Enfim, um dia, o meu ciúmes me levou à entrar em discussão com um de seus amigos íntimos. Com esforço, eu consegui quebrar o relacionamento deles (isso soou tão mal).
A propósito, no início, ela falou que não terminaria com ele. Por isso, me senti inútil, e me afastei por um tempo. Bem decepcionado.
Quando voltei, ela havia me agradecido por ter ajudado a tirar o cara da vida dela. Nunca soube o porque, ela nunca me disse.
Enfim, nos reaproximamos, é nosso relacionamento evoluiu um pouco. Não tanto quanto eu gostaria.
Então, eu cometi um erro. Um grande, enorme, e fodido erro.
Basicamente, minha pessoa se cansou de ser o amigo consolador, e passou a ser mais impaciente com a situação. Então.. eu, com o meu jeito covarde de ser, chamei a própria pessoa que eu gostava, de oferecida.
O pior, foi em um post público. Com a clara intenção de humilhar.
Entramos obviamente em discussão, uma briga que nos afastou por um ano inteiro. Talvez, o melhor teria sido apenas conversar com ela e dizer o que sentia. Mas fui imaturo e inconsequente (sei que é praticamente a mesma coisa).
Depois que um ano se passou, eu tentei me reaproximar. Mas como dizem, um relacionamento é como uma folha de papel. As brigas amassam esse papel, e independente do que faça, ele nunca retornara ao que era antes.
Ela estava brava, brava com alguns amigos também, e eu acabei chegando nela situação. Basicamente, eu apenas tentei me desculpar.
Não me lembro, a propósito, se eu consegui. Mas depois de um tempo, acabei me afastando novamente.
Quando ganhei o meu primeiro celular, eu instalei o WhatsApp, e como não tinha muitos Contatos, pensei em adicionar algumas pessoas.
Eu já tinha ela como amiga, então pensei, porque não?
Aqui chegamos no terceiro e último arco dessa historia.
Pedi o seu número, e foi incrível como nossa relação prosseguiu x 0. Eu continuava sendo o mesmo amigo consolador, mas dessa vez, ainda mais apaixonado.
Consolei, ajudei, aconselhei, fiz tudo para ver ela feliz. Por mais que eu fosse um idiota completo, ainda tinha a felicidade dela como prioridade. Mesmo após anos.
Algo que devo citar, è ela dizer que na verdade sempre me amou, e na ocasião, namorou com outros caras simplesmente para me esquecer.
Eu não acho que precise afirmar que sempre estranhei aquela história, certo? Afinal, anos atrás, a mesma me trocou por outro cara.
Voltando ao assunto..
Foi então, que tendo ainda mais impaciência, eu falei o que queria falar há bastante tempo.
Por favor, porra, fica comigo?
(Ps: sim, foi virtual) (Ps2: não foi com essas palavras, obviamente) (Ps3: essa não è a sigla para PlayStation 3)
Ela aceitou, ótimo, não?
Os primeiros dias sendo seu namorado, mesmo que virtual, foram realmente maravilhosos. Acordar, e receber um bom-dia da pessoa que ama. Áudios, dizendo coisas carinhosas.. cada ação que te conquistava...
Os seis anos correndo atrás daquela garota valeram a pena naquele momento.
Obviamente, meu ciúmes aumentou. Quando ela falou que seu ex havia pedido uma foto dela para colocar como uma capa no perfil, eu não aguentei. Simplesmente dei um xilique.
O ciúmes realmente não è uma coisa saudável em situação alguma. Que sensação terrível..
Um mês depois, eu cometi outro grande erro.
Em um resumo, estávamos fazendo ciúmes um para o outro. Acontece que eu foi bem mais pesado, e não respondi ela por um tempo (1 hora).
Eu havia dito que estaria com outra garota, achei que a situação terminaria bem naquela noite. Vacilo meu.
Ela ficou completamente com ciúmes, não sei como a conversa seguiu, mas terminou com o fim do meu relacionamento com ela, e lágrimas silenciosas na noite.
Eu mesmo, terminei o relacionamento que demorei anos para construir.
Apesar de que o motivo do término foi outro. Basicamente, ela ainda gostava do ex, e eu, sabendo que não conseguiria dar para ela o que ela queria, libertei ela de mim.
Pode ter sido uma atitude meio corna. Mas sério? Eu nem sabia da existência dessa palavra.
Eu voltei a ser o amigo consolador. Mas agora, meu amor por ela começou a esfriar bem depressa.
Eu passei a evitar suas mensagens, responder apenas dias depois, fui me afastando sem notar.
Nesse tempo eu comecei a ficar mais quieto pessoalmente, motivos? Leia mais a frente.
Um dia, dando mais uma chance ao amor, eu tentei reatar com ela. Mas as palavras que me atingiram foram pior do que qualquer merda que eu possa imaginar.
“Eu te considero como um irmão”
Tipo... è sério isso?
Sim, è.
Como se eu sentisse que um buraco negro tivesse surgido no meu peito, um desespero tão grande, a sensação de rir de descrença enquanto chorava.
Era assim que as garotas dispensavam os caras agora?
Um simples não seria menos doloroso do que aquela resposta.
Eu sei que sou um completo babaca, fiz muita merda. Mas aquilo nunca tirou o meu direito de se sentir triste.
O resultado? Eu me afastei completamente dela.
O fim do meu relacionamento me trouxe uma resposta interessante: nada è como você pensa que vai ser.
Talvez, se essa história fosse um simulador de namoro, eu com certeza estaria vivendo o final ruim.
Se eu tivesse tido mais coragem no passado, e me declarado, talvez as coisas teriam sido diferente.
Quem sabe eu estivesse feliz hoje.
O foda disso tudo, foram os problemas familiares que por baixo sempre foderam com a minha mente.
Brigas o tempo todo, ameaça de divórcio, o xingamento pelos colegas, até mesmo ser traído pelo seu melhor amigo, essas coisas fodem com a cabeça de uma criança que nunca teve tantas dificuldades na vida.
(Apenas para avisar, éramos da classe baixa, graças ao meu pai, e ao meu bom Deus, conseguimos ir para a classe média. Mas desde lá de baixo eu já não sofria muito com isso)
Enfim, passaram-se os anos, ela começou a gostar de outras pessoas, e eu de outra pessoa. Um dia, entretanto, quando fui excluir meu facebook, eu encontrei nossas antigas conversas, que me acenderam uma pergunta:
Será que a culpa era minha?
De certa forma, sim. Minhas escolhas nos trouxe até aqui.
Por um bom tempo, eu vivi com aquilo na mente, até tomar coragem para enfim pedir desculpas.
Eu senti que precisava fazer aquilo para conseguir continuar vivendo em paz comigo mesmo.
Após anos, eu conversei com ela novamente. As respostas foram frias, diretas e mais cortantes do que Trimontina, mas eu aguentei.
A minha última conversa com ela, foi pedindo desculpa pelos meus erros. Se ela aceitou? Eu não sei.
Mas eu tentei. Mesmo que isso não viesse me trazer absolutamente nada de bom.
E esse è o final da minha história, sobre o final do meu primeiro relacionamento.
Aprendi com meus erros? Talvez, mas continuou um grande idiota que se esforça em aprender com as próprias merdas.
Mas agora digo isso para você, que está com vergonha de se declarar para seu amor secreto: simplesmente faça isso.
Se declarar pode ser algo difícil, pois você estará literalmente abrindo o seu coração sem a certeza de que será correspondido.
E quem saiba, esteja apenas se preocupando atoa, e tenha sim grandes chances,
Mas vai por mim.
Às vezes, è muito melhor receber um “não”, do que viver um futuro estruturado pela sua falta de coragem em dizer o que sente.
A vida è curta, mas o arrependimento è eterno. Por isso, apenas faça. Vá em frente, e se o garoto ou a garota apenas recusarem, não fique para baixo.
O mundo è feito de pessoas maravilhosas que podem te trazer a lua se você quiser. Basta você ter esperanças e nunca desistir do amor.
Enfim, aqui me despeço, e mais uma vez:
Não queiram viver o final ruim desse simulador de namoro que è a vida amorosa. Vá em frente, e corra atrás do que você quer.
Porque no final, aqueles que não desistem, sempre triunfam.
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2019.04.26 19:34 jogaforalogo12 Estou cansado de ser "pai" da minha namorada

vai ser um pouco longo. espero que tenham paciência.

Minha namorada é mais velha do que eu. Um ano só, mas é. Apesar disso, ela é meio imatura e isso tá começando a francamente me dar nos nervos.

Ela é péssima com dinheiro, gasta todos os dias comprando lanche (fast food, sempre) e andando de Uber sem ter condição pra isso. Ela ganha salário mínimo e tem que pedir dinheiro pros pais pra fechar as contas, e ultimamente deu pra pedir pra mim também (eu ajudei, mas já deixei claro que não pode ser habitual), além de já ter dívidas com bancos. No final do ano passado viajamos e eu paguei praticamente tudo, porque ela não tem grana. Além disso ela se alimenta super mal, eu tenho que praticamente a forçar a tomar água em vez de refrigerante e a comer uma mísera alface de vez em quando.

Ela vive reclamando de coisas que estão ao alcance dela mudar. De estar acima do peso, sendo que não se exercita e a dieta dela é praticamente só porcaria. De não ter dinheiro pra nada. De não ter se formado ainda, sendo que trancou o ano passado todinho por "não ter cabeça" pra faculdade. Eu acho que ela teve alguma forma de depressão, mas pergunta se foi procurar um psicólogo, apesar de eu estar sempre incentivando e por vezes praticamente implorando? Claro que não. Se me lembro bem, ela me disse até que seria um sinal de fraqueza

Eu amo essa mulher com toda a minha alma, de verdade. Estamos a dois anos juntos e foram os melhores da minha vida. Ela é linda, hilária, inteligente... mas também é imatura e preguiçosa. Antigamente eu era capaz de ficar horas tentando animar e incentivar ela, e até notei melhoras (ela arranjou emprego e voltou pra faculdade esse ano), mas hoje em dia quando ela vem reclamar das mesmas coisas eu tenho pouca paciência, admito. Parece que me esgotei. Não sei se estou sendo chato e impaciente, e esse é o meu primeiro relacionamento... mas sei lá. Não sei se temos futuro, não sei se consigo esperar ela amadurecer e começar a tomar atitudes. Sou bem consciente que amor não basta pra um namoro dar certo, apesar de amor ser algo que não nos falta.
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2019.04.08 04:02 lucius1309 O VAZIO

Esse negócio de envelhecer não é tão bacana quanto parece. A barriga cresce, as responsabilidades também. Por outro lado, as liberdades também crescem, mas hoje não vejo com os mesmos olhos que eu via há uns 10 anos atrás. Nenhuma farra vale a pena totalmente. Sempre tem uns probleminhas que geralmente não são citados pelas pessoas.
Vamos lá.
O que eu quero dizer é que se tornar um "adulto" é muito mais do que ter mais de 18, um emprego e contas pra pagar. Se tornar um adulto é ter maturidade emocional pra lidar com todos os problemas que a vida vai te colocar (e não são poucos, ao menos pro brasileiro médio como eu), e essa é a parte mais complicada de todas: maturidade emocional.
Durante toda a minha vida eu fui um desastre emocional, ainda sou na maioria do tempo, geralmente meus relacionamentos não duram porque eu fodo tudo o que coloco as mãos, era assim na época da garrafa e nada impede que seja assim agora. Ao menos Mariana tem me aguentado tem uns 4 meses, e ela é uma garota extremamente paciente pra lidar com o cara fudido que sou, ou ela viu alguma coisa de especial em mim que eu ainda não consegui ver, e por isso tá tentando. Estamos nos dando bem, e acredito que ela está despertando sentimentos em mim, talvez íntimos demais pra citar em textos, talvez coisa que eu tenha que falar olho no olho com ela, mas que ainda sou excessivamente covarde pra admitir.
Falando em covardia, antes que eu fuja demais do tópico do texto, vou voltar a ele. O vazio.
Já se foi a época em que eu sentava em frente às teclas e escrevia páginas e mais páginas de contos sobre histórias (em sua maioria) reais da minha vida, em que eu, bêbado, gargalhava daquilo tudo e exprimia em frases de maneiras deliciosamente diferentes toda aquela rebeldia juvenil que existia em mim. Eram atos de total delinquência e que não me arrependo, mas hoje vejo como imaturidade. O que era natural pra minha idade. Hoje os textos são um pouco diferentes, eles geralmente ficam remoendo por dias na minha cabeça, quando saio pra caminhar crio um pouco, quando estou na fila do supermercado, mais um pouco, quando estou pagando contas usando o aplicativo pra celular do meu banco, penso em mais alguma frase de impacto. Claro que na hora que sento pra passar isso pro word, sai tudo de maneira inesperada e sem nexo, porque minha memória é extremamente fudida pelo uso excessivo de álcool e drogas, portanto é tudo muito novo, e as coisas que vinha punhetando mentalmente, acabam passando batido.
Mas vamos lá.
Outro dia eu estava pensando no que possa ter me levado a beber descontroladamente, não foi só fator genético, não foram só as festinhas com meus amigos enquanto a gente ouvia Saxon, Metallica, Megadeth, Alice in Chains, Slayer e cheirávamos cocaína até as 8h da manhã, não foi só o isolamento que eu mesmo me colocava na época do ensino fundamental, em que eu era completamente ignorado pelos outros imbecis da sala, e também pelos professores, que viam em mim um garotinho assustado e completamente incapaz de lidar com o sucesso que eu obtinha nas provas, fazendo-as quase sempre sem estudar porra nenhuma e tirando 9 ou 10. Vou falar agora de uma maneira completamente arrogante e quero que se foda: era fácil demais pra mim. Enquanto todo mundo se matava, eu fazia tudo com as duas mãos amarradas nas costas. Eu tinha potencial pra ser um grande gênio, mudar o mundo talvez, mas existia uma barreira que vinha dentro de uma garrafa. Era um líquido que confortava meu coração, era como se me abraçasse dizendo que tudo ficaria bem. Bêbado eu me sentia como queria me sentir, como se eu tivesse voltado pra dentro do útero da minha mãe, eu me sentia seguro de tudo e todos, me sentia completamente capaz e preenchido emocionalmente, era uma companhia presente em todas as horas. Nas boas, nas ruins, ou nas normais. Ela nunca me abandonara. Era minha melhor amiga, com toda certeza.
Ela preenchia um vazio que existia dentro de mim, e esse vazio nasceu por uma soma de diversos fatores: divórcio dos meus pais que eu sempre me culpei, ausência de uma figura masculina paterna pois meu pai sempre tava muito louco e mal aparecia em casa, excesso de proteção da figura materna que não queria que eu sujasse minha roupa de lama, traumas diversos criados entre a infância e a adolescência que nunca foram devidamente trabalhados, sensibilidade emocional além do comum por uma simples questão de personalidade, falta de direcionamento em alguma atividade artística em que eu pudesse expressar o que eu sentia, enfim, são vários fatores. Esse vazio ainda existe. É um buraco enorme. A garrafa preencheu esse vazio por muitos anos, e eu já tentei preencher com outras coisas, tais como encher o cu de dinheiro, comer o maior número possível de mulheres, escrever livros, ser adepto de uma ou várias religiões, casamento, ajudar pessoas a conseguir parceiros pra namoro/sexo casual, ser bem sucedido em todos os empregos que passei, fazer exercícios pra ficar bonito fisicamente, tentar novamente encher o cu de dinheiro, conseguir, perder tudo de novo. De qualquer forma, todas essas tentativas de preencher não deram certo, e eu acho que dinheiro, buceta, fama, isso não vai resolver. Eu não sei o que vai resolver, o que vai finalmente fazer eu me sentir bem comigo mesmo. Não sei nem se alguma coisa é capaz disso.
O vazio é enorme demais, talvez precise de anos, quem sabe décadas, pra que ele possa ser completamente recheado. E isso só vai começar a acontecer depois que eu entender qual é, de fato, o meu real problema.
Porque até agora eu não descobri. E neste momento esse vazio permanece aqui, dentro de mim, e enquanto isso, bato nessas teclas procurando respostas sem nem saber as perguntas.
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2019.01.29 22:38 guizocaa Gostaria de contar pra vocês a história do meu último namoro

Tudo começa em uma sexta em que eu combinei com um amigo da faculdade (ambos formados já) para fazer alguma coisa. Ele me diz que uns amigos dele haviam o chamado para fazer algo também se eu não gostaria de me juntar a eles. Na verdade eu não queria. Estava prestes a inventar uma desculpa pra não ir, mas acabei mudando de ideia por estar entediado em casa.
Chego lá antes e o encontro. Depois chega um outro amigo dele e, mais tarde, duas amigas. São duas irmãs. Ficam dois núcleos de conversa: o primeiro entre mim, meu amigo e a Rafa e o outro entre a irmã dela e a irmã. Eu a achei muito mala, além de que tivemos umas discussões mais incisivas para pessoas que haviam acabado de se conhecer.
Gostei dela.
Depois esse meu amigo me diz que elas gostavam de board games, então combinamos um tempo depois de jogar Catan na casa dele. Também me falou que elas são da igreja dele (Presbiteriana) e também moram no mesmo condomínio. No fim da noite da jogatina tive a oportunidade de pegar o whatsapp dela. A parte mais interessante é que elas tinham que ir embora porque era meia-noite, uma regra dos pais. O mais interessante ainda é que uma tem 31 anos e a outra 30.
Começo a falar com a Rafa e a chamo para sair. Recebo um belo 'não'. Ela diz que prefere ficar solteira e que eu não seria alguém que os pais dela aprovaria (Isso em junho do ano passado).
O ponto é que eu tenho 27 anos e fui criado em uma igreja Presbiteriana Independente, mas havia deixado de frequentar há muito tempo por algumas razões, sendo a principal dela a pouca fé (ou alguma fé).
Ao invés de seguir o jogo, ela demonstrou interesse na minha amizade e continuávamos nos falando constantemente. Ficamos bastante amigos.
Outro ponto relevante de levantar é que sou uma pessoa desleixada e preguiçosa e estava em um período ocioso, além de fora de forma. Apesar de formado em direito, eu nunca fui exercer porque no fim do curso eu já odiava e trabalhava na empresa do meu pai e do meu irmão de semijoias que ainda era nova (ainda é, mas crescemos bem).
Meu interesse por ela me incentivou a levar as coisas mais a sério. Voltei a treinar jiu jitsu, boxe e tomar um rumo da vida de vez. E fui crescendo enquanto ela foi se interessando mais por mim aos poucos. Mas a gente 'brigava' porque eu sempre queria mais que amizade e ela batia na tecla de ser solteira e dos pais e, quanto mais o tempo passava, mais os pais que eram citados mesmo. Já teve várias complicações no passado por namorados desaprovados.
Esse meu amigo vivia me chamando pra voltar pra igreja e acabei aceitando, sendo que ela também foi um incentivo. Acabei me dando bem por lá e isso me deixou feliz.
Teve o aniversário dela no fim de agosto e depois fomos para minha casa passar um tempo com uns amigos juntos. Entreguei o presente dela e foi a situação perfeita para o primeiro beijo nosso, mas acabou não rolando.
Na semana seguinte, combinei com o outro amigo que também conheci naquela sexta para ir ao culto de jovens no sábado. Duas horas antes ele disse que não podia ir. Comentei com ela que iria sozinho e ela acabou dizendo que ia comigo. Depois fomos comer comida japonesa (ela ama) e ali nos beijamos pela primeira vez .
Mas é claro que ainda tinha um problema: os pais. Na verdade, quando eu digo pais significa a mãe. O pai dela é meio indiferente, pois ele se importa mais em não ser incomodado. Aliás, ele é um pastor pentecostal. A mãe frequenta a Universal, é uma pessoa extremamente desequilibrada (óbvio que partindo de mim é uma posição bastante enviesada). Ultra controladora e briguenta. Os pontos que a Rafa citava que faria a mãe ser contra: eu não ter maturidade espiritual, a diferença de idade e a questão profissional, considerando que eu ainda estava retomando meu rumo.
Combinamos em uma segunda de eu ir jantar na casa dela e fui apresentado como um amigo que estava querendo a conhecer (mancada nossa ter mentido) e ela percebeu que já éramos mais que amigos, então as duas brigaram depois que fui embora (ainda dei um chocolate para a mulher).
Nós discutimos a situação e decidimos que tentaríamos ficar juntos. No domingo dia 23 de setembro, eu finalmente a pedi em namoro. Até comprei uma bonita aliança.
Como a mãe era contra, para fazer a Rafaela terminar comigo ela a proibiu de usar a máquina de lavar roupa da casa e as panelas, forçando-a a lavar nas mãos suas roupas e ter que se virar pra fazer comida.
Isso me fez pensar em terminar com ela, porque não queria que ela passasse por isso por minha causa. No sábado seguinte nós fomos ao shopping e depois comer comida japonesa no mesmo lugar.
Naquela semana, recebo mensagem no whatsapp do Pastor Joézer, que era da igreja em que eu fui criado. Óbvio que fiquei surpreso, mas sabia de alguma forma que a mãe tinha algo a ver com isso. Ele pergunta se pode me ligar, o que me estranhar mais ainda. Pois bem, ela achou o número dele e começou a falar de mim e que era contra o namoro, gritava no telefone. Não sei ao certo que ela queria com isso, se esperava descobrir algo ruim sobre mim. Ele só falou bem de mim e avisou que o comportamento dela era de alguém com uma patologia mesmo. Era uma pessoa doente.
No domingo, chamei-a para almoçar com minha família e ela aceitou. Chegando na escola dominical de manhã, ela me mandou uma mensagem dizendo que não ia poder ir mais. Sim, ela terminou comigo naquele dia. A pressão da mãe funcionou (ela ameaçou contar para os pastores da igreja coisas sobre os namoros passados dela).
Nunca senti tanto ódio na minha vida quanto eu senti por essa mulher. Duas semanas depois, por sentir muita falta um do outro, decidimos nos encontrar. Passamos uma tarde juntos e eu tinha um casamento de um amigo que não deu pra ela ir (ela é engenheira civil e dá aula à noite). Nós discutimos se voltaríamos ou não o namoro. Naquele sábado, combinamos de jogar Catan na casa daquele meu primeiro amigo e tenho a péssima ideia de nos encontrarmos uma hora antes pra passarmos um tempo juntos. Eu a encontro em uma rua perpendicular à rua do meu amigo que tem uma mesa e banquinho. Ela está muito tensa porque percebeu que a mãe suspeita de algo. Nós discutimos mas logo nos entendemos. Tempo depois, surge o carro da irmã na rua e a mãe no banco de passageiro. Ficamos nos encarando por segundos que pareciam horas. Ela manda a Rafa entrar no carro e começa a discutir comigo, dizendo que eu tornei a filha dela uma pessoa rebelde, que ela era obediente e que foi o diabo que me colocou na vida da filha dela. Logo gritava "PRESBITERIANO INDEPENDENTE NÃO ENTRA NA MINHA CASA! PRESBITERIANO INDEPENDENTE NÃO ENTRA NA MINHA CASA!" (já entro no ponto do motivo).
Depois daquele dia (foi um sábado acho que 13 de outubro), ela foi proibida de falar comigo ou seria expulsa de casa. No dia seguinte, a mãe tomou o celular dela e só devolveu na segunda porque ela usa pra trabalho.
Depois disso, foram tempos estranhos. Principalmente por frequentarmos a mesma igreja, termos os mesmos amigos lá e moramos 7min um do outro. E a irmã dela fica de olho se ela não fala comigo, além de me odiar por causas das brigas que aconteceram na casa em função do nosso namoro.
É uma situação muito estranha, ainda mais porque eu amava ela (ainda amo).
Existem muitas situações e detalhes que deixei de fora por questão de exposição e que este texto já ficou muito grande.
Ah, sobre os presbiterianos independente. Há uns 30 anos, o marido dela era pastor de uma presbiteriana independente. Ele passou para uma linha mais pentecostal e começou a pregar por lá questões que saiam da doutrina presbiteriana e isso dividiu a igreja. Inevitavelmente, ele foi convidado a se retirar. O ponto é que ele vivia na casa pastoral e, como não era mais pastor, teve que se retirar de lá também, mesmo tendo duas filhas pequenas (a rafa tinha um pouco mais de um ano e a outra era bebê). Isso criou um trauma neles que nunca se recuperaram. E onde que eu entro nessa história? Bom, havia várias pessoas da família do meu pai que frequentavam aquela igreja, sendo que um tio do meu pai era presbítero (pra quem não sabe, pense no presbítero como o poder legislativo da igreja e que o pai da rafa sofreu um impeachmeant). Esse tio é um baita traste, por sinal. Eu imagino o impacto que teve pra mãe da Rafa quando soube meu sobrenome.
Outro ponto que odeio é o fato de que ainda tinha que ouvir a música "dona Maria deixa eu namorar a sua filha..." (sim, a mãe tem Maria no primeiro nome).
Bom, quem sabe no dia em que ela se mudar. Por ora, não fazemos parte da vida um do outro. Ela sempre fica tensa quando me encontra por medo da irmã achar que está rolando algo. Domingo passado mesmo ela me cumprimentou e correu. É bem ruim achar que encontrou a pessoa que vai querer passar sua vida junto e esse tipo de coisa acontecer.
O certo era eu revisar esse texto mas cansei já.
Respondo (quase) qualquer pergunta sobre isso.
submitted by guizocaa to brasil [link] [comments]


2018.05.30 18:35 rickz123456 Problemas com encerramento de uma conta bancária.

Olá pessoal.
A minha irmã está com um problema com o banco e espero recolher aqui opiniões sobre a melhor maneira de agir.
A minha irmã terminou um namoro há pouco mais de 1 ano com o seu ex companheiro, no entanto estes tinham uma conta no banco em conjunto. Após estes acontecimentos ela soube através do homebanking que o ex-estava a contrair créditos ( pelo cartão de crédito) e nós assustados pela situação fomos resolver os problemas ao banco e conseguimos retirá-la de segunda titular da conta (não estávamos a conseguir devido ao facto de ele não assinar os papeis - ele era o 1º titular e a minha irmã a segunda e precisava da assinatura dele)
Depois de ele ter assinado os papéis, alegadamente ficou tudo resolvido, a gestora da conta disse-lhe que estava tudo tratado .Ela ficou de fora da conta e só ele como titular da conta até hoje. Hoje recebemos uma carta em que temos que pagar +600 euros que ele contraiu de empréstimos com cartão, e uma vez que ele se encontra incontactável e ela CONTINUA como segunda titular da conta.. Ora como me parece óbvio, o banco mentiu e ela não foi retirada da conta. Ora hoje em conversa com o banco, ela CONTINUA na conta, como segundo titular.
a questão é como resolver esta questão? eu já falei com ela o banco não lhe deu nenhum documento que atestava em que ela realmente saiu da conta e apenas possuí duas testemunhas que foram com ela ao banco.
Ps- só mais uma nota, a senhora do banco que tratou do caso terá boas relações com a família do ex da minha irmã.
Alguém que pode ajuda como resolver ? eu já pensei em meter um advogado ou fazer queixa ao banco de portugal, mas não sei o próximo passo a dar.
Obrigado
submitted by rickz123456 to portugal [link] [comments]


2017.07.09 21:43 sofroatoa Friendzone que não é friendzone mas é e eu não sei como lidar to sofrendo socorr

Tenho vida de casado. Passo o dia todo com a mulher, só estresso, não transo e não faz sentido mudar porque se não vou passar fome. Não, essa mulher não tem nenhum relacionamento comigo além da amizade e "trabalho".
Nós ficamos uns meses em 2012, depois que terminei um namoro de 5 anos. Caí fora depois que ela gritou comigo no meio da rua procurando treta onde não tinha. Isso depois que ela jogou água na minha cara do nada por "brincadeira". Afastei. Ela namorou um rapaz que depois foi internado por questões psicológicas (há que diga que foi drogas).
Final de 2015 voltei a falar com ela, conversando atoa mesmo. Começo de 2016 ficamos. Ficamos umas vezes ou outras e nesse meio tempo ela me chamou pra ajudar na empresa que ela tinha, uma empresa pequena de vendas. A empresa cresceu muito depois que entrei, do meio de 2016 até o começo deste ano as curtidas no Facebook saíram de 1000 para 35 mil e as vendas estão a todo vapor, 40% do lucro vem pra mim hoje em dia.
Começo desse ano ficamos mais uma vez e então ela veio com o papo de que eu só me sentia culpado por tudo que fiz com ela no passado. Porra. 1 ano depois que voltamos a conversar e ela achava que eu tava nessa pira de me sentir culpado? Eu cago pro que teve no passado. E as coisas com ela iam bem dessa vez, eu tava curtindo, a gente se dá bem até demais. E eu gosto dela. De verdade.
Ok. Do nada ela veio falar que achava melhor a gente ser só amigos. Falei blz fera, mas você sabe que eu não vejo as coisas desse jeito. Ela falou blz. E ok. Então ela arrumou um namoradinho bombado, que pegou o carro dela e largou na beira de uma rua aqui da cidade, passou pro banco de trás e foi tirar uma soneca porque tava muito retardado. Ela conta isso e dá risada, tá na fase de pegação e "sou rebelde tomo conta da minha vida"
Mas mano, que fase é essa? Ela tem 26 anos, eu tenho 25. 7 meses depois ela brigou com esse maluco e terminaram. Nesses 7 meses de namoro eu passava mais tempo do lado dela do que qualquer outra coisa ou pessoa. E quando digo do lado dela, é literalmente do lado. Indo na casa por causa das coisas dos trampos, trocando ideia avulsa, conversando no whats 27h por dia, viajando pra fazer as coisas, indo em médico com ela, etc, etc.
É como se eu fosse o namorado, só não transasse. E agora mano, eu to cansado pra porra. Último ano de faculdade, preciso seguir a minha vida e se eu me afastar dela vou ter que depender dos meus pais por uns 2 meses até eu ficar estável financeiramente de novo. Ela criou altos planos comigo, de abrir outra empresa e tal. E eu? Eu só quero paz e sossego.
Agora "ah, por que não assume só a parte do trampo e continua com a sua vida numa boa?". Eu sou troxa, eu não largo o osso. Não desisto fácil. E não vou conseguir ver ela só como parte do meu "trabalho", me conheço. Vou tentar seguir a minha vida, já fiquei com outra pessoa nesse meio tempo, mas gosto mesmo é dessa peste. E já faz tempo suficiente pra saber que é melhor eu deixar de lado tudo isso mesmo.
Então é isso, vou cair fora dessa merda e deixar ela se virar. Se ela achar melhor, me procura de novo depois. Se não achar melhor, então flw, boa sorte, nossa "amizade" foi boa enquanto durou. Eu não sou pai de ninguém e se for pra ter papel psicológico de namorado na relação e não transar, eu prefiro cair fora também porque né... Isso é um porre.
EDIT: e antes que alguém fale "ah, mas é muito orgulho seu, você pode ajeitar uma outra namorada e continuar trampando nisso e sendo amigo dessa mina aí". Não, não é tão simples assim. Um exemplo prático: dia dos namorados. Ela me chama pra ir na casa dela pra gente pensar numas promos de venda e tal. Ok, não tinha nada pra fazer mesmo, fui. Quando chego lá ela decide ir na papelaria comprar um caderno pra anotar melhor as coisas (não, não serve os cadernos e folhas que ela tem em casa). Mas blz, grana dela, falei bora. Chegamos lá, tem uma loja de roupas, ela fala "ou, vou ali ver uma roupa que queria faz um tempo". Falo "ok, vai lá, mas vai rápido". Ela entra na loja, passa 2 min ela bota a cabeça pro lado de fora da loja e fala "MEUNOMEBEMALTOGRITADOAQUI, vem cá". Olho pros lados com a cara tipo "ai jesus ninguém me viu né?" e entro. Vejo umas roupas que ela queria, dou umas sugestões, e indico uma que particularmente ela ficou bem gostosa. E saímos. Saio da loja segurando a sacola dela porque ela tava com 20 coisas nas mãos, trombo de cara com um grupo de conhecidos meus (cidade pequena é foda). E isso já vira falação pra cidade toda. Eu sei, tenho que cagar pro que falam, mas a questão é que falam pras que eu saio/converso/fico e volto a ficar sozinho de novo, porque ela mijou na arvorezinha pra marcar território. E sim, já teve duas que me falaram "ou ela ou eu, vlw flw".
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